
A Música Cristã Contemporânea e a Apostasia
Ex-líderes americanos de conjuntos de rock & roll, que se converteram realmente a Cristo, garantem que o rock - mesmo o mais suave - adotado nas igrejas cristãs em forma de balada - é uma perigosa ferramenta do Diabo, a fim de amortecer as consciências e fazer com que os membros da congregação concordem com tudo que escutam na pregação, inclusive tornando-se mais generosos na hora dos dízimos e ofertas. A música rock vicia os cristãos e os mantém presos a uma vida de pecado, sem que eles se dêem conta disso.
A chamada Música Cristã Contemporânea (MCC) usa os ritmos profanos, inclusive o rock, a fim de atrair as pessoas jovens. Muitos pastores estão mais preocupados com o peso dos gazofilácios do que com a salvação e edificação das almas que Deus lhes entregou. No Tribunal de Cristo, eles darão contas desse hediondo pecado!
Quando alguém começa a escutar o rock suave, depressa começa também a mudar o seu estilo de vida, como se fosse empurrado por uma perigosa força invisível, caindo numa espiral descendente, em todos os aspectos da vida secular e religiosa.
Adotar a MCC na igreja é como anular os ensinos bíblicos que um pregador entrega à sua congregação.
Numa igreja metodista, perto de casa, observo como as pessoas contorcem o corpo, gritando, histericamente, quando os cânticos aparecem no data-show e o “ministro do louvor†fica, lá do palco, esgoelando que “é hora de louvar o nosso Deusâ€. Só que, às vezes, quando faço uma pergunta simples sobre a doutrina bíblica, a quem senta ao meu lado, a resposta é: “não seiâ€. E como essas pessoas serão julgadas pela Palavra de Deus (João 12:48), imagino o negro destino eterno que as aguarda.
Os pastores que permitem música rock em suas igrejas e pregam facilidade na vida cristã são verdadeiros jacarés espirituais, abocanhando almas sedentas de salvação. Suas igrejas são pântanos religiosos, onde o perigo ronda cada pessoa que ali permanece.... . Precisamos de igrejas realmente bíblicas, onde se pegue a Palavra Santa e os pastores tenham uma vida santificada! Já nem me refiro aos vendedores de lenços e meias “ungidosâ€, pois estes não são pastores, mas larápios simonistas.
Usar adaptações do rock na igreja do Senhor é criar uma ponte entre o ecumenismo e a apostasia mundial. Primeiro, vem a música rock, depois as ofertas de objetos consagrados, inclusive de falsas versões da Bíblia, e, finalmente, a pregação de um falso evangelho de cura e prosperidade. Então, haja grana presente e condenação futura!
A influência do rock vai permeando a congregação e embotando as consciências, de modo que os crentes possam aceitar qualquer coisa anunciada para venda e, também, qualquer heresia pregada no púlpito, como se fosse uma verdade bíblica.
Infelizmente, muitas igrejas batistas também estão entrando nessa onda de engodo, transformando-se em verdadeiras “sinagogas de satanásâ€. Brevemente, não haverá uma igreja sequer, onde um crente sincero possa congregar, a fim de adorar o Pai em espírito e em verdade. Se as igrejas não levarem a Bíblia a sério, dentro em breve estarão todas corrompidas e os crentes precisarão se reunir em suas casas, como no início da história do Cristianismo.
Muitas igrejas evangélicas têm se tornado mais apóstatas do que a Meretriz de Roma. A verdade é que esta organização religiosa tem uma certa classe, durante a celebração de suas missas...
Por causa disso, a igreja evangélica apóstata será punida com a ira divina, por ter-se adaptado ao mundo, desobedecendo a admoestação de Paulo conforme Romanos 12:1-2: “ROGO-VOS, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deusâ€.
O Apóstolo Pedro admoesta a igreja sobre a falta de discernimento a respeito dos seus pastores: “E Também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade. E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita. Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo...†(2 Pedro 2:1-4).
Mary Schultze, 16/01/2012 - www.maryschultze.com
A CEIA E A OBRA PENAL DE cRISTO NA CRUZ
II CO 5.21, "ÀQUELE QUE NÃO CONHECEU PECADO, O FEZ PECADO POR NÓS; PARA QUE NELE FÔSSEMOS FEITOS JUSTIÇA DE DEUS".
A obra de Cristo por nós foi penal. Cristo, nos representou e foi feito pecado por nós. Portanto foi necessário que Ele recebesse a sentença divina que a lei justa anuncia contra o transgressor (Is 53.4-8, pela transgressão do meu povo ele foi atingido; Mt 1.21, Ele salvará o seu povo dos seus pecados; Jo 17.9, Eu rogo por eles; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus."). Na morte de Cristo foi aplicado o castigo penal em referência dos nossos pecados. Cristo foi obediente em tudo (Fl 2.7), e, portanto, não deve ser castigado. Cristo foi sem pecado (II Co 5.21), e, portanto, não deve morrer. Cristo é justo (I Pe 3.18), e, portanto, não deve ser desamparado pelo Pai. Todavia, Cristo foi castigado, morto e desamparado por Ele ser !feito pecado? pelos Seus (Lv 16.21; Is 53.6,12; Hb 9.28). Pela vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, os nEle são feitos justos diante de Deus (Rm 8.1,2).
Portanto, todos em Cristo são feitos justos diante de Deus. A todos os homens (sem a exceção de nenhum) deve ser declarado publicamente e zelosamente a mensagem do Evangelho que Cristo é o Salvador de todos os pecadores arrependidos e crentes Nele (Jo 3.16). Portanto, se você é convencido dos seus pecados e entenda que merece a ira e o julgamento de Deus, a mensagem é: Venha a Deus pela fé na obra completa de Cristo. Por Cristo, Deus é grande em perdoar (Is 55.7). Venham, tome de graça da água da vida, todos que querem (Ap 22.18), todos que tenham sede (Is 55.1-3), e, todos que sejam oprimidos e cansados dos seus pecados (Mt 11.28-30).
Na Ceia do Senhor, A Obra Penal de Cristo na Cruz é Lembrada
Para ser preparado o pão asmo usado na ordenança da ceia, o grão de trigo foi moído, batido e assado. Se o grão de trigo não passasse por este processo não seria útil aos outros. Esse pão não é Cristo literalmente. Esse pão também não é a igreja sendo agora moída e quebrada. O grão de trigo sendo moído, batido e assado simbolicamente aponta ao sofrimento de Cristo por receber no Seu corpo a sentença divina que a lei justa pede contra todo transgressor. Toda a punição, aquela pena infligida pela transgressão nossa, Cristo, em si mesmo, sendo condenado diante da lei em nosso lugar, realmente recebeu no Seu corpo na cruz. Essa obra penal de Cristo na cruz é lembrada neste pão.
A uva foi espremida e assim derramou a sua vida para que haja um cálice nessa Ceia memorial. Esse cálice não contém o verdadeiro sangue derramado por Cristo. Este cálice também não contém literalmente o sangue dos membros desta igreja. A uva dando se o seu suco para encher esse cálice simbolicamente representa a própria vida de Cristo dada na cruz por Ele ser o Substituto nosso diante da lei. A sentença exigida pela culpa das nossas transgressões, executada literalmente sobre Cristo na cruz, é lembrada neste cálice.
I Co 11.23-26, Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha.
Autor: Pr Calvin Gardber
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br
Escutem a mensagen do Pr. Alfredo Figueiredo, da Primeira Igreja Batista Independente em Catanduva - SP onde ele fez uma comparação entre a pregação que o mundo deseja e aquela que agrada a Deus. Embora os do mundo gostem de ouvir sobre a prosperidade física e financeira, Paulo, o apóstolo de Deus, procurou pregar somente “a Jesus Cristo, e este crucificado” (1 Cor. 2.2).a equipe do palavraprudente.com.br gravou a pregação e desponibilizou nesta pagina aqui.
A Segurança Eterna do Crente II
Dave Hunt/Mary Schultze
A doutrina cair da graça nos torna piores, após a salvação, do que fomos antes da mesma. Pelo menos, antes da conversão, poderíamos ser salvos; mas, se após a mesma, perdemos a salvação, estaremos perdidos para sempre. Hebreus 6:4-6 fala de uma hipotética recaída, ao declarar: “Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se tornaram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus, e as virtudes do século futuro, e recaíram, sejam outra vez renovados para arrependimento; pois assim, quanto a eles, de novo crucificam o Filho de Deus, e o expõem ao vitupério.
[Este é um dos versos preferidos pelos perdedores da salvação] Ora, a recaída não acompanha a salvação. O autor de Hebreus está mostrando que se pudéssemos perder a salvação, jamais poderíamos reavê-la, a não ser que Cristo fosse novamente crucificado. Então, conforme essa tolice, Cristo teria de morrer um número infinito de vezes [conforme acontece nas missas católicas.] para que pudéssemos ser salvos, após cada pecado cometido.
Assim, os que rejeitam o uma vez salvo, para sempre salvo só podem substituí-lo pelo uma vez perdido, para sempre perdido.
A garantia da salvação está expressa na 1 João 5:13: “Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deusâ€. Em João 3:16, lemos as palavras de Cristo: œPorque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Em João 5:24, lemos estas palavras: “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vidaâ€. Em João 10:28-29, lemos: E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão. Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de meu Pai.
Se, após termos sido salvos, pudéssemos perder a salvação, estaríamos chamando Jesus de mentiroso. E se o pecado causa a perda da salvação, então, qual o tipo e a quantidade de pecados que seriam suficientes para essa perda? [Por acaso existe uma distinção bíblica entre pecado “venial†e “mortalâ€, conforme o falso ensino católico?] Interessante é que os que admitem a perda da salvação jamais afirmam que foram “novamente salvosâ€. Eles confessam os pecados e dizem que foram perdoados. Em Hebreus 12:3-11, lemos sobre Deus disciplinando os filhos como Pai e que se Deus não nos disciplinasse seríamos como filhos bastardos. Ora, se, após termos sido disciplinados deixássemos de ser filhos de Deus, então Deus já não mais teria filhos para disciplinar. A verdade é que a disciplina confirma que somos filhos de Deus, e não que tenhamos perdido a salvação.
Não pelas obras - Alguns [0s mórmons, por exemplo] afirmam que precisamos ser batizados, a fim de sermos salvos. Outros [os pentecostais], que precisamos falar em línguas. Estas são formas de salvação pelas obras.Alguns até acham que perderam a salvação porque não conseguiram falar em línguas. E há quem afirme estar salvo simplesmente porque acredita nisso. Estes se assemelham aos mencionados em Mateus 7:22-23, conforme as palavras de Cristo: “Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? “E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidadeâ€. Jesus respondeu “nunca vos conheciâ€, em vez de ter dito: “Vocês foram salvos, mas perderam a salvação!â€.
Temos aqui uma importante distinção. Os que acreditam numa “recaída†diriam sobre os cristãos professos, que apostataram da fé e estão vivendo numa vida de pecados grosseiros, que estes “caíram da graça†e “perderam a salvaçãoâ€. Mas, os que crêem na segurança da salvação eterna, e não sendo coniventes com uma conduta reprovável, prefeririam afirmar que tal pessoa jamais havia conhecido Cristo e, portanto, jamais fora realmente salva.
Devemos dar o conforto bíblico aos que realmente estão salvos, mas quando outros afirmam estar salvos, mas negam o que dizem com os lábios, tendo uma vida reprovável, não devemos oferecer falsas esperanças.
Somos salvos pelas obras? Claro que não! Mas essas obras são uma prova de que fomos salvos, conforme Efésios 2:10. Na 1 Coríntios 3:12-15, lemos sobre as obras “E, se alguém sobre este fundamento formar um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, a obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um. Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão. Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogoâ€. Elas serão provadas pelo fogo diante do Tribunal de Cristo (2 Coríntios 5:10). Ali, nossas boas obras receberão galardão, mas a falta delas não causará a perda da salvação. Uma pessoa que jamais tenha praticado uma boa obra, mas tenha crido sinceramente na suficiência do sacrifício de Cristo, será salva, “todavia como pelo fogoâ€. Nós nunca iríamos pensar que tal pessoa fosse salva e que ela nem parecia ser cristã, mas, pela fé em Cristo ela não pereceu, pois foi salva pela fé e não pelas obras.
Será que a base do â€uma vez salvo, para sempre salvo†deve encorajar os cristãos a viverem em pecado? Paulo responde no ato: “De modo nenhum!†(Romanos 7:7-c). Nunca devemos oferecer conforto algum, nem segurança, a quem vive em ostensivo pecado. Em vez disso, devemos lhe dizer: “Ora, se você fez uma decisão por Cristo em sua vida, como pode ter sido sincero, se continua a viver em pecado?†Em vez disso, devemos declarar o mesmo que Paulo, conforme a 2 Coríntios 13:5: “Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovadosâ€.
Nossa confiança na vida eterna repousa no AMOR, na imutável GRAÇA e na provisão de Deus em Cristo; não em nosso merecimento ou comportamento. Vivendo conforme a Palavra Santa, sentiremos uma gratidão eterna pelo nosso bendito Salvador e pelo dom da Sua GRAÇA, a qual Ele jamais vai retirar de nós, por causa da nossa fragilidade espiritual. Deus é fiel!
Dave Hunt - The Question of Eternal Security of the Believer
A Segurança Eterna do Crente
Dave Hunt/Mary Schultze
A questão da segurança eterna do crente tem sido a causa de muita controvérsia na igreja, durante séculos, e continua causando confusão e desgosto a muitos cristãos. É demais esperar que o assunto seja esclarecido neste pequeno texto, mas, pelo menos, tentaremos ajudar um pouco.
Os que acreditam na perda da salvação acusam os que acreditam na “segurança eterna do crente†de promoverem a “graça barataâ€. Mesmo que esta, em certos casos, seja uma expressão adequada, trata-se de uma premissa não bíblica. Chamar “barata†a graça de Deus é o mesmo que negá-la, visto como esta graça custou um preço por demais elevado ao Senhor que por ela pagou com o Seu próprio sacrifício na cruz do Calvário.
Quando uma pessoa acha que pode pagar uma parte desse preço, tentando ganhar a própria salvação pelas suas obras, ela está barateando a graça, pois desvaloriza o dom infinito que somente Deus pode oferecer, o qual dispensa qualquer esforço humano.
Falar em “cair da graça†inclui o mesmo erro, visto como nossas obras nada têm a ver com o merecimento da graça e também nada poderíamos fazer para merecê-la. Portanto, também nada poderíamos fazer para perdê-la. As obras implicam em recompensa ou castigo (Gálatas 6:7), porém nunca na salvação da pessoa. O grave problema é a confusão que se faz entre a graça e as obras do crente.
Compreendendo a graça:
1) - Deve ficar absolutamente claro que graça e obras não se misturam. Paulo declara em Romanos 11:6: “Mas se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça. Se, porém, é pelas obras, já não é mais graça; de outra maneira a obra já não é obraâ€. Desse modo, a salvação não pode ser conseguida em parte pelas obras e em parte pela graça.
2) - Devemos ter absoluta certeza de que as obras nada têm a ver com a salvação. A Bíblia declara, meridianamente: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorieâ€. (Efésios 2:8-9).
3) - A salvação não pode ser conseguida por nós, nem sequer em parte, pois ela exige o pagamento da penalidade do pecado - o que não podemos fazer. Se alguém recebesse uma multa de trânsito por excesso de velocidade nada lhe adiantaria dizer ao juiz: “Eu sempre dirigi a 55 Km por hora; portanto, esta boa ação deve compensar o erro que eu agora cometiâ€. Nem que ele dissesse: “Se o senhor me liberar agora, prometo que jamais cometerei outra infraçãoâ€. Então, o juiz iria responder: “Ora, não cometer mais infração é apenas cumprir a lei, pelo que não lhe cabe crédito algum. O castigo por ter quebrado a lei é outro assunto e você deve pagar por issoâ€. Paulo diz em Romanos 3:20: “... Nenhuma carne será justificada diante dele (Deus) pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecadoâ€.
4) - Se a salvação do castigo por termos quebrado a lei não pode ser conseguida pelas boas obras, ela também não pode ser perdida pelas obras más. Nossas obras nada influem para se conseguir ou perder a salvação. Se isso acontecesse, os que chegam ao Céu poderiam se vangloriar de que, embora Cristo lhes tenha dado a salvação, eles, por sua vez, viveram vidas santas, a fim de manterem a mesma. Desse modo, Deus seria defraudado no recebimento de Sua glória, por toda a eternidade.
5) - A salvação pode ser-nos concedida como um dom gratuito somente se a penalidade do pecado foi totalmente paga. Violamos a infinita justiça divina, exigindo, portanto, uma penalidade infinita. Somos seres finitos; portanto, não podemos pagar uma penalidade infinita e, assim, ficamos separados de Deus por toda a eternidade Deus é infinito; por isso, Ele pôde pagar a penalidade infinita; porém, só quando se tornou um membro de nossa raça. Deus, em amor e graça, através do nascimento virginal, tornou-Se homem, a fim de pagar o débito do pecado por toda a raça humana. Está consumado!
Cristo clamou na cruz “Está consumado!â€, significando que todo o débito havia sido pago e a justiça divina fora satisfeita com o pagamento total da penalidade. Foi assim que Deus Se tornou “justo e justificador daquele que tem fé em Jesus†(Romanos 3:26). Nesta base, Deus oferece o perdão dos pecados e a vida eterna, como um dom gratuito. Ele não força pessoa alguma a aceitá-lo; pois, neste caso já não seria um dom, mas uma imposição. Por isso, Ele também não aceita que pessoa alguma rejeite essa base legal de perdão, oferecendo, como “pagamento parcialâ€, as próprias obras.
A salvação é obtida pelo completo perdão (através da graça) da penalidade dos nossos pecados passados, presentes e futuros e a vida eterna é o bônus que dela resulta. Negando esta verdade cardeal, os sectários, como as TJs, rejeitam a salvação exclusivamente pela graça, insistindo em que ela deve ser obtida pelas boas obras. As TJs acusam os evangélicos de ensinarem que tudo que devemos fazer é crer em Cristo, passando a viver uma vida como bem quisermos, cometendo os pecados mais grosseiros e, mesmo assim, continuando na certeza de que chegaremos ao Céu. Ora, nós não ensinamos tal coisa, embora uma queixa semelhante seja feita pelos que acreditam na perda da salvação. Eles dizem que afirmar: “uma vez salvos, para sempre salvos†pode encorajar as pessoas a uma vida de pecados. Mas, o fato de saber que não perderemos a salvação, em virtude de um motivo maior, para uma vida piedosa de amor e gratidão pelo que Cristo fez por nós na cruz do Calvário...
Conquanto, para aqueles que acreditam em “cair da graçaâ€, fique claro que as boas obras não salvam, eles continuam ensinando que a salvação é obtida através das boas obras. Desse modo, alguém é salvo pela graça; porém, mais tarde, se esta salvação pode ser perdida pelas obras más, é o mesmo que ensinar que as boas obras conservam a salvação, e o mesmo erro de afirmar que são as boas obras que ganham a salvação. O mesmo que negar a graça é afirmar que, uma vez salvo pela graça, eu preciso me conservar salvo praticando boas obras. Em vez de glorificar o sacrifício de Cristo, este ensino, conforme Hebreus, está condenando-O ao ridículo diante do mundo, crucificando-O novamente, a fim de que Ele possa nos salvar. Ele também seria ridicularizado por ter morrido para nos dar a salvação, sem ter feito uma provisão para que a conservássemos... E de dar um dom inestimável a quem, inevitavelmente, iria perdê-lo. Se a morte de Cristo em nosso lugar e Sua ressurreição não foram suficientes para nos conservar salvos, então Ele perdeu inutilmente o Seu tempo. E se não podemos viver uma vida bastante boa para ganhar a salvação, também não podemos viver uma vida bastante boa para conservá-la. Fazer da salvação em Cristo algo dependente de nossas obras é uma grande tolice.
Dave Hunt - The Question of Eternal Security of the Believer
Refutações as respostas dadas por Daniel professor de Biologia editor do blog criacionista: http://considereapossibilidade.wordpress.com/ e defensor da heretica "biblia" NVI IV
Em nosso teste feito agora, podemos dizer ... “pesado foste na balança, e foste achado em falta.” Dn 5: 27b. Assim, concluímos que a NVI não merece nossa credibilidade, pois, assim como uma balança [que] é enganosa, ela subtrai as palavras do nosso Senhor Deus. Tremamos ante Ap 22:18-19 + Pv 30:6 (não adicionar/ subtrair), 2Co 2:17 (não corromper), e Rm 1:25 (não transformar a Bíblia em mentira)!
para encerar: você diz:
De onde você tirou esse conceito de que a Igreja não é a Noiva de Cristo? Essa doutrina não é romana – é bíblica! O artigo que você recomendou não prova nada – e é bastante confuso
“confuso” Realmente você gosta de coisa fácil (risos) bom você citou um ótimo texto (Ap 21:9-10) agora colocou só parte do texto creio que por conta da sua simpatia por texto mutilados (NVI) e com certeza não leu o artigo indicado, pois lá esta bem claro que a noiva do cordeiro é a Nova Jerusalém.
E veio a mim um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a esposa, a mulher do Cordeiro.
E levou-me em espírito a um grande e alto monte, e mostrou-me a grande cidade, a santa Jerusalém, que de Deus descia do céu. (Ap 21:9,10)
Só falta agora você traduzir nova Jerusalém como igreja e se junta a os hereges da NVI
Conclusão: seu blog tem muitas informações boas em defesa do criacionismo, mas vejo que apesar de defender o criacionismo você não defende a Bíblia inspirada, se tornando assim um evolucionista da bíblia ao defender uma ‘bíblia’ que é evolucionista.
Por estes e por outros motivos tenho algumas restrições em recomendar seu blog talvez com alguma nota avisando sobre fortes tendências ao modernismo textual o qual esta levando muitos crentes a apostasia (desvio da verdade).
Refutações as respostas dadas por Daniel professor de Biologia editor do blog criacionista: http://considereapossibilidade.wordpress.com/ e defensor da heretica "biblia" NVI III
Isto explica o fato pelo qual as versões modernas omitiram tanto da escritura.
Você diz;
“E quem traduz textos, como eu, SABE que é impossível traduzir um texto literalmente sem prejudicar o significado.”
“A melhor tradução é aquela que preserva o significado, tendo em vista a cultura em que está inserida. Por isso não é possível permanecer com uma tradução antiga da Bíblia. Esse negócio de que a melhor tradução é aquela que tem todas as palavras exatamente iguais do texto original é infantil. Um exemplo? Tente traduzir João 1:1 literalmente: “No princípio era ou estava a palavra, e a palavra era ou estava com, a favor de ou indo para o Deus, e Deus era ou estava na palavra.” Imagina ler um texto assim? É bizarro, no mínimo. A tradução deve ser clara e acessível desde às pessoas mais simples até as mais eruditas.”
Argumento conhecido dos portadores da síndrome do texto moderno!
Está demostrando aqui das duas uma: ou seu intento de desinformar as pessoas, ou seu despreparo! Ao passar uma palavra de uma língua para outra, o tradutor fiel usa a equivalência verbal e formal. O tradutor infiel e irresponsável muda a palavra com a equivalência dinâmica. Traduzir (ou translate em inglês) vem do latim "translatus". Isso significa transportar algo SEM MUDAR SUAS CARACTERÍSTICAS! É como carregar um objeto (palavra) de um lugar (uma língua) para outro (outra língua). Meu caro, quer julgar a honestidade de uma Bíblia? Veja se ela usa ITÁLICOS. O uso de ITÁLICOS como é feito da Bíblia King James e na Almeida Corrigida e Fiel da Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, é uma demonstração de respeito e alta consideração dos tradutores pelo leitor. Eles nos dizem com isso: "amigo essa palavra não está no original, mas foi colocada para a leitura fluente..." Agora a VERDADE: A NVI não usa itálicos. Eles manipulam e interpretam o texto a seu bel-prazer e escondem isso de você! Caro amigo a NVI não é nem fiel ao Texto Crítico corrupto na qual se baseia!
Você continua:
(No meu ponto de vista, a NVI é uma das melhores traduções disponíveis em língua portuguesa: honesta, fácil de ler, bela e precisa. Quem disser o contrário ainda não a leu inteira, ou não leu outras versões para comparar. Ou não sabe o que está falando.)
É verdade que a Bíblia NVI é escrita numa linguagem, fácil de ler, bela e precisa e poética. Contudo, por trás de toda a sua beleza, ela coloca em dúvida os seguintes itens de suma importância para a nossa caminhada na fé cristã: a divindade do Senhor Jesus Cristo sua morte vicária na cruz
a expiação somente através do seu sangue, a Trindade a inspiração da Bíblia
a doutrina da Salvação a validade do jejum.
Dizer que isso é honesto é realmente não saber o que esta falando.
Dizer que preciso é realmente ser infantil
Vamos percorrer o NT, através da NVI, comparando-a com a Bíblia FIEL.
Mateus 1:25 - Substituição da expressão “Seu filho, o Primogênito” por “um filho”.
9:13 - Subtração de duas palavras “ao arrependimento”.
12:40 - Substituição da palavra “baleia” por “grande peixe”.
16:2-3 - A NVI coloca em dúvida a veracidade dos versículos com esta explicação, que será repetida dezenas de vezes: “Alguns manuscritos antigos não trazem estes versículos” (*). Acontece que esses “manuscritos antigos” são os textos católicos Sinaiticus (Aleph) e Vaticanus (B), o primeiro encontrado no lixo do Mosteiro de Santa Catarina, no Monte Sinai, por um incrédulo “catador de lixo” chamado Tischendorf.
17:21 - Substituição da expressão “casta de demônios” por uma simples palavra, “espécie”.
18:11 - Observação conforme o (*) acima.
21:44 - Mesma observação do (*).
23:14 - Mesma observação do (*).
27:34 – Substituição da palavra “vinagre” por “vinho”, dando a impressão de que Jesus precisou de um analgésico, a fim de suportar as dores na cruz.
Marcos 1:2 – A Isaías é dado total crédito sobre algo que ele jamais disse. Porque foi Malaquias (3:1)quem falou a primeira parte do verso, em o nome de Jeová, tendo Isaías dito a segunda parte. Isso aconteceu em razão da apostasia Alexandrina, no ano 200 d.C. Em vez de Isaías deveria ser dito “nos profetas”.
2:17 – Subtração da expressão “ao arrependimento”.
7:16 - Mesma observação do (*).
16:9-20 – Mesma observação do (*). Isso, obviamente, para colocar em dúvida a Ressurreição e Ascensão do Senhor Jesus Cristo.
Lucas 4:4 - Subtração da expressão: “... mas de toda a palavra de Deus”.
23:34 - Mesma observação do (*).
23:42 - Substituição da palavra “Senhor” por “Jesus”, bem ao gosto das TJs e dos espíritas, que não creem na divindade de Cristo.
João 3:13 - Subtração da expressão “que está no céu”, depois de “o Filho do homem”.
3:15 - Subtração da expressão “não pereça, mas”, antes de “tenha a vida eterna”.
5:4 – Substituição da palavra “Porquanto” pela expressão “De vez em quando”.
6:47 – Subtração da expressão “crê em mim”, obviamente para deixar somente “Crê”, pois os espíritas, novaerenses, TJs e Mórmons também “crêem”, só que não na divindade de Cristo.
Atos 8:37 – Mesma observação do (*). Pior é a BLH, cuja edição, com o imprimatur da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, de 04/01/1975, OMITE esse versículo, a fim de negar a divindade do Senhor Jesus Cristo.
10:30 – Subtração da expressão “em jejum”, antes de “orando”.
Romanos 8:1 – Subtração da expressão “Que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito”. Isso facilita a prática do pecado.
9:5-6 - Substituição da expressão “segundo a carne” por “linhagem humana” e acréscimo (v. 6) da palavra “pensemos”. Deus proíbe acréscimos à sua Palavra e os editores da NVI são especialistas em cometer esse PECADO.
14:10 - Substituição da palavra “Cristo” por “Deus”, negando, assim, que todos nós comparecemos diante do Tribunal de Cristo, conforme a 2 Coríntios 5:10.
1 Coríntios 3:15 – Acréscimo da palavra “esse”, deturpando completamente a significação do verso e dando margem à crença na existência do purgatório.
5:7 - Subtração da expressão “por nós”, em seguida a “foi sacrificado”, a fim de negar o sacrifício vicário de Cristo em nosso favor.
6:20 – Subtração da expressão final “... e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus”.
Colossenses 1:14 – Subtração da expressão “pelo seu sangue”, depois da palavra “redenção”. Mais uma tentativa diabólica de negação do valor salvífico do sangue do Senhor Jesus Cristo.
2 Tessalonicenses 2:8 – Substituição da palavra “iníquo” por “perverso”, que é mais leve. Perversos e pervertedores são os traficantes de drogas e aqueles que “pervertem” a Palavra de Deus, enquanto que “iníquo”, isto é, capaz das piores atrocidades espirituais, será o Anticristo.
1 Timóteo 3:16 – Substituição da expressão “na carne”, pela expressão “em corpo”, bem ao gosto dos espíritas e novaerenses.
1 Pedro 2:2 – Substituição da expressão “vades crescendo” (obviamente na salvação) por “cresçam para a salvação”, dando margem às boas obras do Catolicismo Romano, necessárias à salvação.
4:1 – Substituição da expressão “na carne” pela palavra “corporalmente”, bem ao gosto dos espíritas e novaerenses.
1 João 4:3 – Subtração da expressão ”que Jesus Cristo veio em carne” pela simples palavra “Jesus”, diluindo a divindade do Senhor.
5:7-8 - Aqui a NVI dá uma boa “colher de chá” para todos os hereges, que se auto intitulam “evangélicos”, negando a Trindade. Em vez de dizer no verso 7, como a KJ “and these three are one” e no verso 8 “these three agreed in one”, a NVI subtraiu a parte final do verso 7 e no verso 8 usou a expressão “os três são unânimes”, em vez de “estes três concordam num”, como também lemos na FIEL. Ela ainda põe em dúvida a veracidade desses dois versos, com a clássica afirmação de que parte do mesmo não consta nos manuscritos, antes do século 12, etc. O crente novo, com o aval dos pastores ambiciosos, vai se alimentando de “leite poluído” e, em vez de crescer, acaba adoecendo gravemente e, muitas vezes, até morrendo de desnutrição espiritual. Vamos anexar a este um trabalho do jovem e bíblico Mario Sergio de Almeida, sobre as bíblias deturpadas.
5:16-17 – A linguagem está rebuscada demais, a fim de confundir os leigos. Esse método é sempre usado pelo Cardeal Ratzinger, líder atual da Inquisição Católica, a fim de que o leigo fique boiando no assunto e só entenda o que convenha aos editores...
Apocalipse 1:11 – Aqui a NVI saiu completamente do sério, ao omitir as palavras de Jesus: "Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro”, a fim de negar a divindade do nosso Senhor Jesus Cristo, agradando, assim, a gregos e troianos, e podendo faturar milhões às custas dos pastores (muitos deles, semianalfabetos bíblicos) e dos leigos incautos, que preferem um bom filme na TV a uma santa excursão pela Bíblia FIEL da Trinitariana.
8:13 – Aqui a NVI seguiu o mesmo caminho das outras versões novas e foi até o zoológico, a fim de lá conseguir uma “águia”, a qual saiu voando neste versículo, substituindo a “anjo” da BKJ e da FIEL.
11:17 – Omissão da expressão “e que hás de vir”, depois de “e que eras”, negando a volta de Jesus. Troca do verbo “reinaste” pela expressão “começaste a reinar”, cujo significado é bem diferente.
Refutações as respostas dadas por Daniel professor de Biologia editor do blog criacionista: http://considereapossibilidade.wordpress.com/ e defensor da heretica "biblia" NVI II
Willams Santos
Resposta, Daniel:
Em 1516 AD, a primeira edição impressa do Novo Testamento grego foi publicada por um brilhante erudito chamado Erasmo. A evidência da soberana providência de Deus foi que embora ele tenha usado apenas uns poucos manuscritos gregos, o seu texto no geral concordou com [aqueles] 90 a 95% dos 5.000 manuscritos, ou até mais, [e que, maravilhosamente, são praticamente idênticos] disponíveis hoje! Os manuscritos que ele usou foram então representantes do texto comumente aceito.
É digno de nota que, embora Erasmo tenha se correspondido com três (3) papas – Júlio II, Leo X e Adriano VI – e tenha passado algum tempo em Roma, ele não tenha usado o Códice Vaticano (B) quando compilou o primeiro texto impresso [do Novo Testamento grego]. (O Códice B foi a base prioritária usada por Westcott e Hort, cujo texto é a base para a maioria das versões modernas.)
Em 1533 Sepúlveda forneceu a Erasmo 365 textos de leitura do Códice B para mostrar a conformidade deste com a Versão Latina, e o contraste deste com o Texto Grego Comum. Fica então evidente que Erasmo não aceitou as leituras do Códice B como dignas de confiança, e é provável que ele estivesse mais familiarizado com este do que Treguelles no século dezenove.
Entre 1516 e 1526 Erasmo produziu mais quatro (4) edições do texto grego, e em 1550 Estéfano publicou um texto semelhante incorporando as valiosíssimas divisões em versículos como aparecem na Versão Autorizada (A.V.) As dez edições de Beza (1565-1611) tinham pequenas variações, e o seu texto foi reeditado mais tarde por Elzevir com mínima modificação.
As duas edições de Elzevir foram publicadas em 1624 e 1633. Esta última foi o primeiro texto a ser chamado de Texto Recebido ou Textus Receptus. Este título é proveniente da declaração de Elzevir no prefácio da edição de 1633: “Agora tendes o texto recebido por todos.” Entretanto, o termo Textus Receptus pode igualmente ser aplicado aos textos de Erasmo, Estéfano, Beza e Elzevir.
Durante o século dezenove, críticos textuais como Lachmann, Tischendorf, Treguelles, Westcott e Hort, expuseram a teoria de que, sendo recente a vasta maioria dos manuscritos, isto é, datando de após o século nove (apenas 500 ou 1.000 anos de idade), estes manuscritos foram então sujeitos a maiores erros devido aos descuidos dos copistas. Admitindo-se então que cada escriba tenha repetido os erros dos escribas anteriores e, certamente, tenha acrescentado os seus próprios erros.
Alguns também têm presumido que os escribas alteraram a Escritura, quase que voluntariamente, se os seus pontos de vista teológicos diferiam das cópias que eles tinham diante de si. Isto simplesmente não é verdade. Tais declarações ignoram os fatos da Crítica Textual e a providência de Deus na preservação de Sua Palavra. Por exemplo, a mais antiga cópia do texto hebraico do Velho Testamento, datando de cerca de 900 AD. Ainda assim o mesmo texto hebraico foi encontrado entre os manuscritos do Mar Morto datando de cerca de 100 AC – um intervalo de 1.000 anos sem mudança! O mesmo cuidado providencial se aplica ao Novo Testamento da mesma forma que o foi no Velho Testamento.
Westcott e Hort não puderam compreender a razão pela qual os manuscritos alexandrinos não foram copiados em tão grande número como o foram os manuscritos bizantinos. Propuseram a teoria que alguém deve ter produzido [e obrigado a multiplicação e o uso] do Texto Bizantino [e obrigado a destruição de tudo anterior e/ou diferente] mais ou menos no quarto século. Westcott e Hort o chamaram de “Texto Sírio.” Esta teoria não tem absolutamente qualquer fundamento histórico. É produto da imaginação destes, para desculpá-los por rejeitarem a vasta a maioria de manuscritos. Certamente tão grande recensão do texto, se é que houve, teria sido documentada pela história da igreja. Foi assim especialmente quando importantes questões doutrinárias daquele período foram documentadas em consideráveis detalhes, por exemplo, no Concílio de Nicéia, em 325 AD, que tratou da heresia ariana. A História silencia sobre qualquer revisão do Texto na Síria, Antioquia ou Constantinopla!
Enquanto Westcott e Hort estavam introduzindo o seu tão citado “texto neutro”, para o Comitê da Versão Revisada, em 1881, o verdadeiro texto estava sendo fortemente defendido por estudiosos como o Deão Burgon e Dr. Scrivener.
Deão Burgon, que pessoalmente [localizou e] acrescentou aproximadamente 400 manuscritos à lista [do catálogo dos manuscritos gregos do Novo Testamento], era um homem de grande habilidade escolástica e intimamente familiarizado com os manuscritos disponíveis. O seu livro 'The Revision Revised' [A Revisão Revisada], é considerado uma obra prima na defesa do Texto Recebido.
Dr. Scrivener passou 40 anos pesquisando manuscritos e na sua época (final do século dezenove) examinou pessoalmente mais manuscritos do que qualquer outro estudioso. Quando a R.V. foi traduzida, Dr. Scrivener, que estava no seu Comitê, travou uma enorme batalha com Westcott e Hort durante 10 anos. Westcott e Hort, que também estavam no Comitê, empenharam-se para incorporar as versões tiradas de uns POUCOS manuscritos antigos, enquanto Scrivener avaliava o testemunho de TODOS os manuscritos. Infelizmente, Westcott e Hort tinham uma solidária maioria, e as decisões eram dadas por votação do Comitê.
Mas com que grau de cuidado foram escritos estes “extraordinários manuscritos” que o Sr Daniel esta defendendo? No caso a representante mais nova desses manuscritos a NVI:
*Códice Sinaítico (Aleph) (quarto século) - “Devido ao número de erros, não podemos afirmar que foi escrito cuidadosamente. De uma maneira abrangente o manuscrito está desfigurado por correções. Algumas poucas feitas pelo escriba original; um número bem grande pela mão de alguém com um elegante estilo, do sexto século, cujas emendas são de grande importância; mais algumas, novamente, foram feitas por mais alguém um pouco depois; o maior número delas, por um estudioso do sétimo século, que sempre cancela as alterações feitas pelo retificador do sexto século; outras, feitas por uns oito escritores diferentes, mais tarde.” (Scrivener, pg. 93, Vol. I)
*Códice Vaticano (B) (quarto século) - “Um traço característico deste é o grande número de omissões, que induziram Dr. Dobbin a falar dele como um texto abreviado do Novo Testamento. Ele calculou que palavras inteiras, ou partes de frases, foram omitidas em número não menor do que 2.556 vezes.” (Scrivener, pg. 120, Vol. I)
Códice Beza Greco-Latino (D) (quinto ou sexto século) - “O manuscrito sofreu correções, primeiro pela mão do escritor original, e depois por 8 ou 9 revisores.” E novamente: “Nenhum manuscrito conhecido contém tantas interpolações de caráter atrevido e extenso (600 só no livro de Atos), onde estas absolutamente não têm apoio, especialmente das versões Antiga Latina e Siríaca Curetoniana.” (Scrivener, pgs. 128 e 130, Vol. I)
A Versão Curetoriana é reconhecida como uma adulteração da Versão Siríaca, enquanto que a Peshita do segundo século, conhecida como a “Rainha das Versões”, era a versão siríaca comumente aceita. A Peshita está em concordância com os manuscritos gregos mais recentes, e provê um elo vital entre o texto usado pelos Pais da Igreja primitiva e o Texto Recebido.
Refutações as respostas dadas por Daniel professor de Biologia editor do blog criacionista: http://considereapossibilidade.wordpress.com/ e defensor da heretica "biblia" NVI
Willams Santos
Resposta, Daniel:
J.P.M.A , está prestando um desserviço à Igreja brasileira? Avisar sobre os perigos de uma tradução onde pessoas que pensam que SABE traduzir um texto sagrado corrompem e mutilam, as palavras de Deus, em nome de uma linguagem fácil, onde não é só a linguagem fácil, mas o comercio fácil e lucrativo. Para traduzir: (a) não basta conhecer perfeitamente as línguas originais (Hoje, ninguém as sabe como os tradutores dos primeiros séculos, quando o grego koine era língua viva e eles as aprendiam desde o berço! Nem como os tradutores da época da Reforma!): é indispensável (b) saber português perfeitamente; (c) ser salvo, fiel e consagrado a Deus; (d) ser ortodoxo e profundo de doutrina; (e) ter pleno controle do Espírito, para escolher, dentre as razoavelmente possíveis traduções formais-literais de cada palavra, aquela que não corra o menor risco de ser mal interpretada (arriscando-se a ser contra algo da Bíblia, algo da sã doutrina e ortodoxia). Nada disso foi aplicado na tradução NVI.
Você diz:
“há alguns argumentos que são falaciosos, como aquele papo da NVI ter tirado a palavra “sodomita” do AT. Embora a palavra não esteja lá”
“Embora a palavra não esteja lá”
Ai você mostra que não tem o mínimo cuidado com as sagradas escrituras, olhar para uma tradução (que não é só uma mera tradução, mas uma tradução de textos corrompidos no caso da citada NVI é fruto de dois textos corruptos Códice Vaticano* e Códice Sinaítico*) e ver que arrancaram palavras que saíram da boca de Deus. Porque a palavra não esta lá? Porque durante os anos em que a NIV esteve sendo preparada (1968-1978), duas pessoas da comissão eram homossexuais. Uma delas era Virginia Mollenkott. Ela declarou sem a menor cerimônia:
"Meu lesbianismo sempre tem sido parte de mim..." "Até onde eu sei, ninguém incluindo o Dr. Palmer suspeitava que eu era lésbica enquanto eu estava trabalhando na NIV; era informação que eu mantinha privada naquela época" (Carta de Virginia Mollenkott a Michael J. Penfold datada em 18 Dez. 1996)
Isto não é argumento é fato.
Vamos refresca sua memoria com um breve histórico sobre os textos bíblicos:
Assim como o Texto Hebraico do Velho Testamento foi preservado entre os judeus de fala hebraica, também o Texto Grego do Novo Testamento foi preservado no império bizantino de fala grega. Então o Texto Bizantino, o Texto Tradicional, -- 'A Vulgata Grega' e o Texto Recebido são termos sinônimos, cada um descrevendo o 'Verdadeiro Texto' que dominou os corações dos cristãos desde as épocas mais remotas. Este é de fato o "texto majoritário" -- o texto preservado na maioria dos manuscritos. (esse é o texto base bíblicas ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).
ARTIGOS DE FÉ DA IBB SOLEDADE - PB
1-Cremos em toda a Bíblia de Gênesis 1:1 a Apocalipse 22:21, sendo ela a Palavra de Deus verbalmente inspirada e infalível.
2-Cremos que Jesus Cristo nasceu da virgem Maria, e é o Filho Unigênito de Deus. Sendo Ele também o Deus Filho.
3-Cremos que Jesus morreu por nossos pecados, de acordo com as Escrituras, o Justo pelos injustos para que Ele possa conduzir-nos a Deus.
4-Cremos que Ele ressuscitou ao terceiro dia (três dias e três noites no sepulcro), de acordo com as Escrituras.
5-Cremos que Ele, somente ele é o Grande Sumo Sacerdote e que não precisamos da intercessão de homem algum, mas que Cristo vive para interceder por nós.
6-Cremos que para salvar-se a alma deve nascer de novo: “Necessário vos é nascer de novo.” (João 3:7) Sendo o novo nascimento um dom gracioso de Deus.
7-Cremos que toda alma verdadeiramente renascida deve declarar sua fé pelo ato do batismo (imersão em água), simbolizando a morte do Senhor, Seu sepultamento e Sua ressurreição.
8-Cremos que Cristo guarda aqueles que são realmente renascidos (2Tim 1:12; João 10:28).
10-Cremos que todos os crentes são chamados para uma vida de separação das práticas mundanas, religiosas, e pecaminosas e para uma vida de utilidade para Cristo (2 Cor 6:17; 2 Ped 1:2a9).
11-Cremos que a igreja é um corpo organizado de pessoas salvas e biblicamente batizadas, com o objetivo de glorificar a Deus e a sua missão não é “reformar o mundo”, mas pregar o Evangelho da salvação eterna à toda criatura e discípular os seus membros e os novos convertidos.
12-Cremos que Cristo voltará em pessoa, corporalmente, visivelmente, para estabelecer Seu Reino sobre a terra.
13-Cremos que, quando Cristo vier nos ares, (PRE-TRIBULACIONALMETE) os corpos dos mortos em Cristo ressuscitarão incorruptíveis e reunir-se-ão com a alma e o espírito; os corpos dos crentes que estiverem vivos serão transformados e glorificados, e, sem morrer, serão arrebatados para estarem com o Senhor (1 Tess 4:13a15; 1 Cor 15:51a53). Os salvos então aparecerão diante do trono de julgamento de Cristo para serem recompensados por suas obras (2 Cor 5:10; 1 Cor 3:11a15). Depois destas coisas Cristo voltará corporal e visivelmente à terra, com Seus santos e governará o mundo em justiça durante mil anos, ao fim dos quais os perdidos ressuscitarão e seu julgamento e condenação então ocorrerão (Mat 24:30e31; Apoc 19:11a16; 20:5,6,11,15). A volta de Cristo à terra a fim de estabelecer Seu reino milenar ocorrerá ao fim do período da Grande Tribulação.
14-Cremos que os milagres e sinais (tais como línguas, curas, profecias, revelações, etc.) eram dons temporários e cessaram quando o Novo Testamento foi completado (1 Cor 13:8-10).
Um batista bíblico independente, crê numa Bíblia sobrenatural, que fala de Cristo sobrenatural, que teve um nascimento sobrenatural, que falou palavras sobrenaturais, que operou milagres sobrenaturais, que viveu uma vida sobrenatural, que teve uma morte sobrenatural, que ressuscitou em poder sobrenatural, que intercede como um Sacerdote sobrenatural e que, um dia, voltará em glória sobrenatural para estabelecer um reino sobrenatural sobre a terra.
João 6:44,65: Balas no arminianismo
44 Ninguém pode vir a Mim, se o Pai (Aquele havendo-Me enviado) não o trouxer ; e Eu o ressuscitarei no último dia.
... 65 E Ele dizia: "Por causa disso, Eu vos tenho dito que ninguém pode vir a Mim, exceto seja isto tendo-lhe sido concedido proveniente- de- dentro- do Meu Pai {*}." {* nota 6:44}
7ª Conferência de aniversario da Igreja Batista Bíblica da Soledade , ocorrerá nos dias 16 e 17 de julho de 2011, nosso conferencista será o irmão Helio de Menezes Silva, (http://solascriptura-tt.org/QuemSomos-Helio.htm), ele estará abordando o tema BIBLIOLOGIA, você e sua família são nossos convidados.
Local: Igreja Batista Bíblica de Soledade
Rua: Jose M Cavalcante, 55, Conjunto da CEHAP .
Quando: Sábado 16/07/2011 e Domingo 17/07/2011
Horário: Sábado 20:30 Hs.
Domingo: 09:30 e 20:00 Hs
Neste dia 25, foi realizado um maravilhoso encontro com as irmãs da União Feminina da Igreja Batista Bíblica de Soledade. O evento contou com a presença da irmã Valdenira Meneses, que proferiu um maravilhoso e edificante estudo para as irmãs que estavam presentes.
Veja todas as fotos em:
Batistas Não São Protestantes
Batistas não são protestantes. O nome protestante foi dado as igrejas que saíram do catolicismo romano durante a reforma política religiosa liderada por Martinho Lutero durante o século XVI. Sendo inicialmente aplicado aos luteranos na Alemanha, os presbiterianos, na Suíça, e Anglicanos ou Igreja da Inglaterra. Mais tarde, como Congregacional, metodistas e Episcopais foram acrescentados à lista das denominações protestantes. Embora muitas pessoas coloquem os batistas como protestantes, no entanto não é historicamente correto afirmar serem os batistas protestantes. Sendo importante destacarmos que historicamente os batistas nunca foram participantes da igreja católica romana. Bem como nunca estiveram alinhados com a Reforma Protestante. Os batistas não podem ser chamados corretamente de protestantes, isso porque eles nunca foram romanos para terem protestado contra Roma e posteriormente saído de Roma.
Não negamos que muitas pessoas que tornaram-se batistas saíram as fileiras dos apóstata e insalubre doutrinas protestante. Saíram destes devido a sua forte convicção de que a Palavra de Deus não deve ser comprometida. Tornaram-se batistas pro causa da sua fé neotestamentária. Lembramos que o nome batista está ligado as praticas doutrinarias do Novo Testamento. Praticam imersão como modo correto de batismo. Já os protestantes continuam seguindo os ensinos de sua mãe a igreja católica romana, praticando o batismo por aspersão e fazendo passar por sua experiência de iniciação religiosa pessoas não convertidas. Essa é uma diferença profunda entre batistas e protestantes, porem muitos outros assuntos relacionado com o seu culto que tem feito com que as igrejas fieis mantenha-se separadas das igrejas protestantes por serem infiéis as sagradas escrituras.
As igrejas protestantes na seqüência dos ensinamentos da Igreja Católica Romana praticam batismo infantil, aspersão, em vez de imersão e eles batizaram as pessoas em sua igreja que não tinha feito pública profissão de fé em Jesus Cristo. Embora estes problemas tenham sido o foco principal havia muitos outros assuntos que também foram relevantes no processo que manteve as igrejas batistas separadas das igrejas fieis, que tinham doutrinas e praticas aléias ao Novo Testamento.
Os protestantes por séculos viram os batistas como os seus inimigos tendo promovido muitas perseguições e assassinado milhares deles em nome do protestantismo. É sem dúvida uma afronta a qualquer pessoa que esteja historicamente bem informado o fato de um batista identificar-se como tendo uma origem protestante, a origem dos batistas encontra-se no novo testamento e não em um grupo que tem os odiado e os perseguido ao longo de sua história.
Sempre existiram congregações, a partir do tempo de Cristo, que não foram participantes da igreja romana. De fato, a igreja católica romana não tem como traçar a sua história ao uma data anterior a 313 dc, quando o imperador romano Constantino adotou o cristianismo apostata religião oficial do império Romano. Em 400 dc, o império romano decretou que o cristianismo era a única religião do Império Romano. Destacamos que as igrejas que se associaram ao Império Romano já não eram mais igrejas do novo testamento e sim igreja que tinham apostatado das doutrinas e praticas neotestamentária. Motivados por esse fato histórico a grande massa de incrédulas engrazaram na religião oficial trazendo para dentro dela todos os seus costumes. Nesta época sacerdotes idolatras foram feitos ministros “cristãos”. Esse fato e um dos motivos para que a igreja católica romana tenha muitas praticas idolatras.
No entanto, no meio de toda essa apostasia, encontravam-se verdadeiras igrejas neotestamentárias que não tomaram parte na "cristianização" promovida pelo Império Romano. Estas igrejas neotestamentária rejeitaram heroicamente todas as tentativas de associação com as igrejas apostatas ligadas ao estado romano logo podemos afirmar com convicção que os batistas estão presentes na historia antes do aparecimento dos católicos.
Ao longo dos séculos, e o grande desenvolvimento das praticas anti-bíblicas da igreja de Roma fez com que um dos seus filhos, Martim Lutero rebelde-se, propondo uma reforma na igreja católica. Assim nascendo a reforma protestante. Embora, muitos protestantes tenham desenvolvido em parte, a uma crença na Bíblia como a autoridade de sua fé e prática, eles nunca completaram o esquema para se tornarem igrejas neotestamentária. Nunca houve na historia uma igreja protestante que tenha defendido a inteira doutrina puramente neotestamentária. As igrejas protestantes nunca aceitaram o princípio da separação entre a igreja e estado.
O sacramentalismo doutrina principal dos romanos continua sendo fortemente praticado pelos protestantes. A idéia da transubstanciação que afirma esta o Cristo literal nos elementos, pão e fruto da videira. Com a separação do catolicismo os protestantes substituíram transubstanciação pela consubstanciação na qual o Cristo está espiritualmente nos elementos do pão e do fruto da videira, podemos ver uma pequena modificação o ensino central continua o mesmo. Já as igrejas batistas neotestamentária praticam o ensino encontrado no Novo Testamento da forma que o senhor ensinou. Ou seja, a Ceia é um memorial entregue a igreja local e visível para lembrar a morte e ressurreição do senhor Jesus ate a sua vinda. (1 Coríntios. 11:23-26)
Os protestantes praticam a aspersão infantil, seguindo assim as sua raiz católica, buscando fundamentação nos escritos dos chamados pais da igreja deixando o claro ensino bíblico de fora da sua pratica. Os batistas por sua vez praticam o mergulho bíblico para aqueles que nascido de novo livremente se apresentam para se tornarem membros de uma igreja batista, primeiro o sangue remidor do cordeiro que tira o pecado depois a água da obediência a ordem de Cristo.
No governo da igreja os protestantes mantiveram o sistema de hierarquia herdado de sua mãe. Colocando-se radicalmente contra o ensino da autonomia da igreja local. Doutrina facilmente encontrada nas paginas do Novo Testamento. Logo os batistas independentes nunca estabeleceram um sistema de hierarquia. Os Batistas observam e praticam o modelo encontrado no Novo Testamento. Ou seja, cada igreja e livre para governa-se pela Palavra de Deus, estando livre de qualquer controle vindo de fora.
Batistas, por embaçarem suas crenças unicamente na Bíblia, nunca praticaram os falsos ensinos doa católicos e dos protestantes, sempre fizeram questão de identificá-los como doutrina falsa. Portanto pelo exposto acima fica claro tanto pelas doutrinas, bem como pela historia dos protestantes que os batistas não são protestantes. Sabemos também que muitos que são chamados indevidamente de batistas, por já terem abandonado o padrão do Novo Testamento. Querem identificar os batistas como igrejas protestantes. Mas essa tentativa de associação não passa de desinformação histórica. Logo um verdadeiro batista não aceita tal rotulo, por que sabe que tanto católicos como protestantes por séculos tem perseguido os batistas.
Autor: Pr Anísio Gomes
http://ibb-soledade.zip.net
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br
Batistas Ecumenicos?
Por Mark King
Seria bom, em minha opiniao, para muitos que se dizem Batistas em nossos dias, abandonarem esse nome e usarem outro. O nome "Batista" eh mais do que um estandarte chamativo, pois aqueles que o tem portado ao longo dos seculos o teem feito por causa de sua posicao inflexivel sobre o ensino biblico da "SEPARACAO".
Recentemente, vi uma propaganda de um evento em nosso jornal a ser promovido na Igreja Batista Central, aqui em Minneapolis, listando as igrejas participantes. Nesta lista estavam:"Templo Betel, Igreja Batista Central, Alianca Elim, Igreja Presbiteriana Warrendale, Cristaos do Sudeste Asiatico, Alianca Rose Hill, Simpson Memorial, Igreja da Avenida Summit, Assembleia de Deus, Igreja Evangelica do Calvario, Igreja Crista de Taiwan". E o que voce acha que teve nesta ocasiao especial? Le-se: "Quinta-feira: lava-pes, 07:30, Ceia com nosso Senhor, ao meio-dia da sexta-feira santa, os servicos serao na Igreja Central. Do meio-dia ate 13:30".
Batistas unindo-se nesse festim de protestantes para observancias catolicas? Esta nao eh uma pratica Batista verdadeira, porque esta nao eh uma pratica Biblica verdadeira. Isto eh o que muitas vezes eh favoravelmente referido como "ecumenismo". O clamor de Satanas para as religioes de hoje eh "Derrubem suas diferencas e se unam sob a bandeira do 'amor". Levar as pessoas para a verdade nao eh a ordem do dia, ao contrario, eh o compromisso com o erro.
O que a Palavra de Deus tem a dizer sobre tudo isso?
Primeiro, vamos considerar a direcao a que o ecumenismo leva. A Bíblia profetiza que havera uma "Babilonia" universal religiosa nos ultimos dias. Apos ter enganado o mundo, ela sera destruida e queimada por dez nacoes que se entregarao ao Anticristo. Em Apocalipse 17:5, "Misterio, a grande Babilonia" eh o nome dado ao falso sistema religioso universal dos ultimos dias. Leia o que Apocalipse 17 profetiza sobre ela. Muitos hoje tem sido conduzidos para este movimento ecumenico e estao sendo usados (sem o saberem) por Satanas para estabelecer o reino do Anticristo. Os verdadeiros Batistas nao, mas muitos que apenas usam o nome Batista!
Entao, em segundo lugar, a Biblia nos da alguma instrucao clara quanto aas nossas responsabilidades em relacao ao ecumenismo? A resposta eh um enfaico "Sim!" Os verdadeiros Batistas nada teem a ver com o movimento ecumenico, porque verdadeiros Batistas seguem os ensinamentos da Palavra de Deus sobre separacao.
Colossenses 2:8 diz: "Tende cuidado, para que ninguem vos faca presa sua, por meio de filosofias e vas sutilezas, segundo a tradicao dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e nao segundo Cristo;". Os falsos ensinos sao perigosos, e precisamos ser advertidos contra tal.
A Palavra de Deus pergunta em Amos 3:3, "Porventura andarao dois juntos, se nao estiverem de acordo?" A Biblia nos diz em Efesios. 5:11: "E nao comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as". A Palavra de Deus diz em Rom. 16:17, "... noteis os que promovem dissensoes e escandalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles. "
Nunca nos eh dada a liberdade para comprometer a verdade da Palavra de Deus! Se posicione pela verdade. Isto pode custar-lhe os amigos, mas ha um amigo que eh mais chegado que um irmao.
Em terceiro lugar, vamos olhar para o chamariz do ecumenismo. Um conceito equivocado de amor biblico eh sempre o fator principal da motivacao por tras dessa unidade nao biblica. As pessoas estao sendo enganadas por professores de seminarios e pregadores com "comichao nos ouvidos" ao estabelecer divergencias sobre ensinos fundamentais por causa de um "amor" pelo povo de Deus. Eles dizem que "Deus eh amor" aos homens que sequer compreendem o principio biblico do amor divino. Gostaria, sem nenhuma pretensao de ter uma sabedoria superior, que tenho compreendido o significado do amor de Cristo em sua plenitude, pois posso dizer sem medo de ate mesmo mudar de opiniao, que aqueles que se vangloriam de colocar de lado suas diferencas por causa da unidade nao teem se unido de forma biblica!
Assim, muitos cristaos enganados se vao rapidamente para o compromisso por causa de uma fragil definicao do principio do real significado do amor divino.
Voce pode ser perguntaado: "Voce ama o Senhor o suficiente, a familia de Deus o suficiente, a causa de Cristo o suficiente, ou tem compaixao pelas almas dos perdidos deste mundo o suficiente para ter comunhao conosco, embora nao possa concordar em tudo?" (Leia-se "compromisso"). Mas a minha pergunta para os Batistas, ou aqueles que tenham uma perspectiva Batista, eh: "Voce ama o Senhor o suficiente, a familia de Deus o suficiente, a causa de Cristo o suficiente, ou tem compaixao suficiente das almas dos perdidos deste mundo para obedecer a Deus, levantar-se contra o erro, e ser separado? "
Dessa forma, como mostramos nosso amor pelo Senhor, guardando todos os seus mandamentos que incluem a separacao da falsa doutrina (que eh o pecado), assim mesmo, so podemos mostrar o verdadeiro amor biblico para com os irmaos, quando amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos. I Joao 5:2,3 diz: "Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus, quando amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos. Porque este eh o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos nao sao pesados."
Prezado santo de Deus, voce nunca vai evitar que os irmaos ou qualquer outra pessoa caia no fosso do compromisso doutrinario. Voce pode realmente ajudar apenas quando seus pes se moverem fielmente no caminho dos mandamentos de Deus que se encontram nas Sagradas Escrituras.
Se a sua igreja esta envolvida com o Movimento Ecumenico, pela graca de Deus, tome uma posicao pela verdade e se separe! Encontre uma Igreja Batista Independente, que esta levando o oprobio de Cristo por causa da Verdade. Jesus teve que andar 30 quilometros para encontrar Joao o Batista, e seu movimento valeu bem o custo para andar com o povo de Deus!
Traduzido por Edimilson de Deus Teixeira
Fonte: The Baptist Pillar