Os Livros Apócrifos

Sabemos que a bíblia católica possui sete livros a mais do que a Trinitariana, que é  a que usamos e, sabemos também que esses livros que foram acrescentados a Bíblia não são inspirados por Deus. Como o próprio adjetivo diz são livros sem autenticidade. Segundo o dicionário Aurélio apócrifo significa:

[Do gr. apókryphos, pelo lat. tard. apocryphu.]  
Apócrifo – adj. Diz-se de obra sem autenticidade, ou cuja autenticidade não se provou.

A grande quantidade de erros, falsos ensinamentos e estórias sem um objetivo, ou seja, que não traz nenhum ensinamento são provas de que esses livros não são inspirados por Deus. Uma coisa que é importante percebermos é que esses livros servem de base para varias doutrinas que a igreja católica segue, por exemplo, o purgatório, os sacramentos, os meios pelos quais eles buscam a salvação e, se eles forem levedos em consideração a Bíblia passa a entrar em contradição. Eu escolhi o Livro de Tobias para fazer uma comparação com a Bíblia que usamos como regra de fé e pratica.

Resumo do Livro de Tobias

 
Tobias – Escrito por volta de 200 a.C. conta uma estória sobre a bondade, sobre a vida exemplar de um homem chamado Tobit (pai de Tobias), e apresenta dentre muitos erros Justificação por obras, mediação sem ser por Cristo, pratica de feitiçaria, entre outros, vejamos alguns:

7 Dá esmola dos teus bens, e não te desvies de nenhum pobre, pois assim fazendo, Deus tampouco se desviará de ti. 8 Sê misericordioso segundo as tuas posses. 9 Se tiveres muito, dá abundantemente; se tiveres pouco dá desse pouco de bom coração. 10 Assim acumularás uma boa recompensa para o dia da necessidade: 11 porque a esmola livra do pecado e da morte, e preserva a alma de cair das trevas.

Tb 12: 8 - 9

8 Boa coisa é a oração acompanhada de jejum, e a esmola é preferível aos tesouros de ouro escondidos, 9 porque a esmola livra da morte: ela apaga os pecados e faz encontrar a misericórdia e a vida eterna;

O que diz João 5: 24 e João 10: 28?

 

Sabemos que isso é  um erro grave, e mais que isso, é uma doutrina satânica. O que a Bíblia realmente fala não é isso, a salvação é unicamente pela graça, pela morte de Cristo, nada de obras ou orações, mas apenas a morte de Cristo. Como diz em Efésios 2: 8 – 9. Comparando apenas alguns textos vemos que a doutrina da salvação é alterada de tal forma que a bíblia entra em contradição.

 

Podemos também ser questionado a respeito do texto de Tiago 2: 14 – 18. A primeira coisa que temos que ver aqui é pra quem o escritor está falando, como diz no versículo 14 ele está falando a salvos, pois chama de meus irmãos. Outra coisa importante é saber o que as pessoas entendem por obras. Tiago está dizendo aqui que mostra a sua fé através de suas obras, é uma questão de procedência, como diz no versículo 12. Voltando para o texto de Efésios 2: 10. As obras para os descrentes não aproveitam para nada, mas para nós como filhos de Deus e salvos em Cristo, é como se fosse uma obrigação porque Deus as preparou para que andássemos nelas. Como disse é importante sabermos o que as pessoas entendem por obras, pois o que elas têm em mente é dar um prato de comida a que está necessitado, dá esmolas, mas vejamos João 6: 28 – 29. Os homens perguntam a Cristo como fariam pra executar as obras de Deus. Cristo respondeu que a obra, não as obras, de Deus era crer em quem ele enviou. Então as obras ficam como conseqüência, porque somos feituras de Deus, criadas em Cristos, ou seja, já regenerados do pecado, e Deus as preparou para andarmos nelas.

 

Por Rodrigo Santos

Os Livros Apócrifos

 

 

12 Quando tu oravas com lágrimas e enterravas os mortos, quando deixavas a tua refeição e ias ocultar os mortos em tua casa durante o dia, para sepultar-los quando viesse à noite, eu apresentava as tuas orações ao Senhor.

 

Vemos aqui que enquanto Tobit lamentava sobre os mortos o anjo Rafael, um anjo criado pelo autor do livro, pois não se encontra ele em outro livro da bíblia, apresentava as orações de Tobit a Deus, ou seja, agia supostamente como mediador entre o homem e Deus. É mais um erro notável, pois sabemos que o mediador de Deus como o homem é unicamente Cristo através da sua morte. I Timóteo 2: 5.

 

 

1 Tobias partiu, pois, seguido de seu cão, deteve-se na primeira parada a beira do rio Tigre. 2 Descendo ao rio para lavas os pés, eis que um enorme peixe se lançou sobre ele para devorá-lo. 3 Aterrorizado, Tobias gritou, dizendo: “Senhor, ele lança-se sobre mim.” 4 O anjo disse-lhe: “pega-o pelas guelras e puxa-o para ti.” Tobias assim o fez. Arrastou o peixe para a terra, o qual se pois a saltar aos seus pés. 5 O anjo então disse-lhe: “Abre-o, e guarda o coração, o fel e o fígado, que servirão para remédios mui eficazes.” Ele assim o fez. 6 A seguir ele assou uma parte da carne do peixe, que levaram consigo pelo caminha. Salgaram o resto para que lhes bastasse até chegarem a Ragés, na Média. 7 Entretanto,Tobias interrogou o anjo: “Azarias, meu irmão, peço-te que me digas qual é a virtude curativa dessas partes do peixe que me mandaste guardar.” 8 O anjo respondeu-lhe: “se puseres um pedaço do coração sobre as brasas, a sua fumaça expulsará toda a espécie de mau espírito, tanto de homem como da mulher, e impedirá que ele volte de novo a eles. 9 Quanto ao fel, pode-se fazer com eles um ungüento para os olhos quem tem uma bebida, por que ele tem a propriedade de curar.”

Ungüento - Medicamento de escassa consistência, para uso externo e que tem por base uma gordura; unto, untura.

 

Nessa leitura, Tobias chama o anjo Rafael de Azarias, o anjo havia mentido sobre a sua identidade. Mais um ensinamento errado contradizendo outras passagens bíblicas o dito anjo ensina a expulsar demônios com o uso de macumba e feitiçaria. Deus jamais mandaria um anjo seu ensinar tais métodos para expulsar demônios, pois é um ensinamento satânico visto que o diabo não tem interesse de expelir demônios, Mateus 12: 26. Satanás não pode expulsar satanás, pois não pode conflitar com si mesmo.

Outra coisa que podemos perceber é que quando os apóstolos expulsavam demônios, era um dos sinais da época, a única coisa que usavam era o nome de Cristo. Marcos 16: 17 e Atos 16: 18. Veja que não era preciso nada além do nome de Cristo para repreender os demônios, o que se faz hoje com relação a isso não passa de palhaçada e hipocrisia, pois era apenas com confirmação de autoridade, visto que a bíblia ainda não tinha sido concluída.

 

 

Na leitura eu chamei atenção que Tobias tinha chamado o tal anjo Rafael de Azarias, pois ele havia mentido a respeito de sua identidade.

 

15 Então o anjo disse-lhe: “Eu o levarei até lá e to reconduzirei.” 16 Tobit então perguntou-lhe: “Rogo-te que me digas de que família e de que tribo és tu?” 17 O anjo respondeu: “Que é procuras: a raça do servo, ou o próprio servo para acompanhar teu filho? 18 Mas, para tranqüilizar-te: eu sou Azarias, filho do grande Ananias.” – 19 És de família distinta, respondeu Tobit. Rogo-te que não me queiras mal por ter querido conhecer tua origem.”

 

Um anjo de Deus não poderia mentir sobre a sua identidade, todos os anjos de Deus foram verdadeiros quando perguntaram a respeito de suas identidades. Lucas 1: 19. O anjo não omitiu sua verdadeira identidade, mas respondeu: “eu sou Gabriel, que assisto diante de Deus.”

Resumo de outros Livros

 

Esses são alguns dentre tantos erros que persistem dentro desses livros. Como disse no inicio servem de base para as doutrinas católicas. Vejamos rapidamente mais alguns erros que existem nesses livros.

Um texto do livro de Sabedoria serve de base para o Purgatório criado pelos católicos. Sb 3: 1 – 4.

1 Mas as almas dos justos estão nas mãos de Deus, e nenhum tormento os tocará.* 2 Aparentemente estão mortos aos olhos dos insensatos: seu desenlace é julgado como uma desgraça 3 e sua morte como uma destruição, quando na verdade estão em paz! 4 Se aos olhos dos homens suportaram uma correção a esperança deles era portadora de imortalidade 5 e, por terem sofrido um pouco, receberão grandes bens porque Deus, que os provou, achou-os dignos de si. 6 ele os provou como ouro na fornalha e os acolheu como holocausto.

A igreja católica baseia a doutrina do purgatório nesse texto. Vê-se que é uma deturpação do próprio texto apócrifo, pois está falando erradamente sobre salvação, que o sofrimento nessa vida pode conduzir o homem ao céu.

O texto não fala em purgatório, mas os católicos tomam um versículo que está num outro contexto, também errado porque diz que Deus recebe por causa sofrimento, para dizer que há um lugar para o homem pagar seus pecados com esperança de se salvar.

[Do lat. purgatoriu.]  
Purgatório – adj. Lugar de purificação das almas dos justos antes de admitidas na bem-aventurança. Qualquer lugar onde se sofre por algum tempo.

Em outros livros também apresentam justificação por obras como é o caso de Eclesiástico, culto pelos mortos no caso de II Macabeus, que eu encontrei uma coisa interessante o autor preocupa-se em agradar os leitores e pede perdão pelo que escreveu, resumindo é uma prova clara que não é  inspirado por Deus.

II Macabeus 2: 25 –  27

25 temo-nos preocupado em agradar aos que apenas desejam lê-las, em facilitar aos que preocupam retê-las, e em ser úteis a todos em geral. 26 Para nós que empreendemos este trabalho de resumir, não é coisa fácil, mas uma questão de suores e vigílias. 27 No entanto, como aquele que prepara o festim, procurando satisfazer aos outros, assume uma tarefa penosa, assim nós, de boa vontade, tomamos a nós a este trabalho para obter a gratidão de muitos.

Fica claro aqui que o objetivo do escritor é agradar aos leitores, no começo diz que ele tem se preocupado em agradar aos que desejam ler, no finalzinho ele diz que faz isso para obter a gratidão de muitos.

II Macabeus 15: 37 – 38

37 Assim se desenrolaram os acontecimentos relativos a Nicanor, e já que a partir dessa época Jerusalém permaneceu em poder dos hebreus, finalizarei aqui minha narração. 38 Se ela está felizmente concebida e ordenada, era este o meu desejo; se ela está imperfeita e medíocre, é porque não pude fazer melhor.

Simplesmente o autor não tem segurança do que está escrevendo, tanto que ele se desculpa dizendo o seguinte: “se ela está imperfeita e medíocre, é  porque não pude fazer melhor”.

Finalizando com dois textos: Filipenses 3: 1 e II Timóteo 3: 16 – 17.

Em Filipenses Paulo diz que não se cansa de escrever as mesmas coisas, pois é segurança para vós, ao contrario do outro escritor que não tem segurança do que está escrevendo. No texto de II Timóteo diz que toda escritura é divinamente inspirada, se é inspirada por Deus então não há espaço para erro algum, na continuação do versículo, é proveitosa para ensinar, redargüir, corrigir e instruir em justiça, ou seja, a palavra de Deus é perfeita. Finalizando com o versículo 17: “Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda s boa obra”. Amém.

 

Por Rodrigo Santos

 

Sendo Encontrada Fiel Nos Meus Relacionamentos

                           Suzana Gomes

 

Texto Base: Mateus 25:19-23

Com Deus/ Cristo: É de grande importância para nossa vida um relacionamento  de fidelidade ao nosso Deus, pois so assim receberemos dele o inteiro galardão e ouviremos de sua boca “servo bom e fiel”. Alem  disso sem fiel ao nosso Deus ele fará com que nossa vida seja “Cheia dos frutos de justiça, que são por Jesus Cristo, para gloria e louvor de Deus”(Fil.:1:11)  “aprovando o que é agradável ao Senhor” (Ef.:5:10)

Com o Marido: a Bíblia manda-nos sermos obedientes e submissas ao marido (Ef.:5:22-24). Devemos acatar essa ordem sem discutirmos ou reinterpreta-la. Muitas vezes encontramos dificuldades pois vivemos em uma cultura que tem exaltado o falido humanismo em detrimento  dos preceitos da escritura sagrada, porem devemos resistir a tentação e nos submetemos fielmente ao esposo. Lembremos do exemplo de Sara. I Pedro3:6

Com a Igreja de Cristo: A participação fiel do crente na igreja e algo muito valioso e devemos estar atentos para não sermos achados infiéis neste importante negocio da nossa vida de crentes salvos por Cristo a palavra de Deus mostra que os crentes do novo testamento   levavam isso a serio vejamos algumas passagens em atos dos apóstolos:2:1,41 e 47 5:12-13 5:42. Alem destes textos temos hebreus 10:25 “Não deixando a nossa congregação,como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros;...”

Com meu Pastor: O pastor e um dom de Deus para a sua igreja querendo o aperfeiçoamento dos salvos para torna-los úteis para o ministério Ef.:4:11-12. muitos levianamente se colocam centra o pastor tornando mais pesada a sua carga, porem não devemos ser achados no meio destes, antes devemos ama-lo e obdecê-lo como nos ordena as escrituras. Vejamos :Hebreus:13:7 e 17.

Com os irmãos da Igreja: O nosso relacionamento com os nosso irmãos em Cristo e um termômetro que mede o nosso relacionamento  com o próprio Deus vejamos: I João: 4:20-21, ou seja se meu relacionamento e ruim com os irmãos, podemos afirmar que e muito pior com Deus.   Logo a nossa atitude para com os irmão deve ser: “...amai-vos ardentemente uns aos outros com um coração puro.” I Pedro 1:22

Como os Filhos: por incrível que pareça os filhos nos dias atuais são quem mais tem sofrido, com o afastamento dos pais, assim sendo a nossa responsabilidade aumenta, para cuidarmos da maneira bíblica dos mesmos não deixando de ama-los e muito menos de demonstrar esse amor tanto por palavras como pela pratica   da disciplina. Hebreus 12: 6, 9-11.

Cuidado não provoqueis a ira: Ef.:6:4. 

No meu Trabalho:Lugar excelente para demonstrarmos fidelidade a Deus e influenciarmos outros a crerem em Cristo. Sendo fiel ao nosso patrão estamos sendo fieis a Deus. Vejamos: Ef: 6:5-7. e I Pedro:2:18-20.

Com os Incrédulos: A nossa fidelidade para com os incrédulos  se manifesta na pregação do evangelho de Cristo, pois a Bíblia afirma que somos devedores  tanto a gregos como a bárbaros.  Rm.: 1:14, logo quando estamos evangelizado estamos pagando essa divida se a divida é paga estabelecemos um relacionamento de fidelidade.

 

Textos Bíblicos (ACF)

 

 

 

 

 

Apascentando Ovelhas ou Entretendo Bodes?

Pr. Charles Haddon Spurgeon

Tradução: Walter Andrade Campelo

 

Um mal está no declarado campo do Senhor, tão grosseiro em seu descaramento, que até o mais míope dificilmente deixaria de notá-lo durante os últimos anos. Ele se tem desenvolvido em um ritmo anormal, mesmo para o mal. Ele tem agido como fermento até que toda a massa levede. O demônio raramente fez algo tão engenhoso quanto sugerir à Igreja que parte de sua missão é prover entretenimento para as pessoas, com vistas a ganhá-las.

Da pregação em alta voz, como faziam os Puritanos, a Igreja gradualmente baixou o tom de seu testemunho, e então tolerou e desculpou as frivolidades da época. Em seguida ela as tolerou dentro de suas fronteiras. Agora as adotou sob o argumento de atingir as massas.

Meu primeiro argumento é que prover entretenimento para as pessoas não está dito em parte nenhuma das Escrituras como sendo uma função da Igreja. Se este é um trabalho Cristão, porque Cristo não falou dele? "Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura." (Marcos 16:15). Isto está suficientemente claro. Assim teria sido se Ele tivesse adicionado "e proporcionem divertimento para aqueles que não tem prazer no evangelho." Nenhuma destas palavras, contudo, são encontradas. Não parecem ter-lhe ocorrido.

Então novamente, "E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores... para a obra do ministério" (Efésios 4:11-12). Onde entram os animadores? O Espírito Santo silencia no que diz respeito a eles. Foram os profetas perseguidos porque divertiram o povo ou porque o rejeitaram? Em concerto musical não há lista de mártires.

Além disto, prover divertimento está em direto antagonismo com o ensino e a vida de Cristo e de todos os seus apóstolos. Qual foi a atitude da Igreja quanto ao mundo? "Vós sois o sal" (Mateus 5:13), não o doce açucarado - algo que o mundo irá cuspir e não engolir. Curta e severa foi a expressão: "deixa os mortos sepultar os seus mortos." (Mateus 8:22) Ele foi de uma tremenda seriedade.

Se Cristo introduzisse mais brilho e elementos agradáveis em Sua missão, ele teria sido mais popular quando O abandonaram por causa da natureza inquiridora de Seus ensinos. Eu não O ouvi dizer: "Corra atrás destas pessoas, Pedro, e diga-lhes que nós teremos um estilo diferente de culto amanhã, um pouco mais curto e atraente, com pouca pregação. Nós teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que certamente se agradarão. Seja rápido Pedro, nós devemos ganhar estas pessoas de qualquer forma." Jesus se compadeceu dos pecadores, suspirou e chorou por eles, mas nunca procurou entretê-los.

Em vão serão examinadas as Epístolas para se encontrar qualquer traço deste evangelho de entretenimento! A mensagem delas é: "Saia, afaste-se, mantenha-se afastado!" É patente a ausência de qualquer coisa que se aproxime de uma brincadeira. Eles tinham ilimitada confiança no evangelho e não empregavam outra arma.

Após Pedro e João terem sido presos por pregar o evangelho, a Igreja teve uma reunião de oração, mas eles não oraram: "Senhor conceda aos teus servos que através de um uso inteligente e perspicaz de inocente recreação possamos mostrar a estas pessoas quão felizes nós somos." Se não cessaram de pregar a Cristo, não tiveram tempo para arranjar entretenimentos. Dispersos pela perseguição, foram por todos lugares pregando o evangelho. Eles colocaram o mundo de cabeça para baixo (Atos 17:6). Esta é a única diferença! Senhor, limpe a Igreja de toda podridão e refugo que o diabo lhe tem imposto, e traga-nos de volta aos métodos apostólicos.

Finalmente, a missão de entretenimento falha em realizar os fins desejados. Ela produz destruição entre os novos convertidos. Permita que os negligentes e escarnecedores, que agradecem a Deus pela Igreja os terem encontrado no meio do caminho, falem e testifiquem. Permita que os oprimidos que encontraram paz através de um concerto musical não silenciem! Permita que o bêbado para quem o entretenimento dramático foi um elo no processo de conversão, se levante! Ninguém irá responder. A missão de entretenimento não produz convertidos. A necessidade imediata para o ministério dos dias de hoje é crer na sabedoria combinada à verdadeira espiritualidade, uma brotando da outra como os frutos da raiz. A necessidade é de doutrina bíblica, de tal forma entendida e sentida, que coloque os homens em fogo.

 

Batistas Não São Protestantes

Batistas não são protestantes. O nome protestante foi dado as igrejas que saíram do catolicismo romano durante a reforma política religiosa liderada por Martinho Lutero durante o século XVI. Sendo inicialmente aplicado aos luteranos na Alemanha, os presbiterianos, na Suíça, e Anglicanos ou Igreja da Inglaterra. Mais tarde, como Congregacional, metodistas e Episcopais foram acrescentados à lista das denominações protestantes. Embora muitas pessoas coloquem os batistas como protestantes, no entanto não é historicamente correto afirmar serem os batistas protestantes. Sendo importante destacarmos que historicamente os batistas nunca foram participantes da igreja católica romana. Bem como nunca estiveram alinhados com a Reforma Protestante. Os batistas não podem ser chamados corretamente de protestantes, isso porque eles nunca foram romanos para terem protestado contra Roma e posteriormente saído de Roma.

Não negamos que muitas pessoas que tornaram-se batistas saíram as fileiras dos apóstata e insalubre doutrinas protestante. Saíram destes devido a sua forte convicção de que a Palavra de Deus não deve ser comprometida. Tornaram-se batistas pro causa da sua fé neotestamentária. Lembramos que o nome batista está ligado as praticas doutrinarias do Novo Testamento. Praticam imersão como modo correto de batismo. Já os protestantes continuam seguindo os ensinos de sua mãe a igreja católica romana, praticando o batismo por aspersão e fazendo passar por sua experiência de iniciação religiosa pessoas não convertidas. Essa é uma diferença profunda entre batistas e protestantes, porem muitos outros assuntos relacionado com o seu culto que tem feito com que as igrejas fieis mantenha-se separadas das igrejas protestantes por serem infiéis as sagradas escrituras.

As igrejas protestantes na seqüência dos ensinamentos da Igreja Católica Romana praticam batismo infantil, aspersão, em vez de imersão e eles batizaram as pessoas em sua igreja que não tinha feito pública profissão de fé em Jesus Cristo. Embora estes problemas tenham sido o foco principal havia muitos outros assuntos que também foram relevantes no processo que manteve as igrejas batistas separadas das igrejas fieis, que tinham doutrinas e praticas aléias ao Novo Testamento.

Os protestantes por séculos viram os batistas como os seus inimigos tendo promovido muitas perseguições e assassinado milhares deles em nome do protestantismo. É sem dúvida uma afronta a qualquer pessoa que esteja historicamente bem informado o fato de um batista identificar-se como tendo uma origem protestante, a origem dos batistas encontra-se no novo testamento e não em um grupo que tem os odiado e os perseguido ao longo de sua história.

Sempre existiram congregações, a partir do tempo de Cristo, que não foram participantes da igreja romana. De fato, a igreja católica romana não tem como traçar a sua história ao uma data anterior a 313 dc, quando o imperador romano Constantino adotou o cristianismo apostata religião oficial do império Romano. Em 400 dc, o império romano decretou que o cristianismo era a única religião do Império Romano. Destacamos que as igrejas que se associaram ao Império Romano já não eram mais igrejas do novo testamento e sim igreja que tinham apostatado das doutrinas e praticas neotestamentária. Motivados por esse fato histórico a grande massa de incrédulas engrazaram na religião oficial trazendo para dentro dela todos os seus costumes. Nesta época sacerdotes idolatras foram feitos ministros “cristãos”. Esse fato e um dos motivos para que a igreja católica romana tenha muitas praticas idolatras.

No entanto, no meio de toda essa apostasia, encontravam-se verdadeiras igrejas neotestamentárias que não tomaram parte na "cristianização" promovida pelo Império Romano. Estas igrejas neotestamentária rejeitaram heroicamente todas as tentativas de associação com as igrejas apostatas ligadas ao estado romano logo podemos afirmar com convicção que os batistas estão presentes na historia antes do aparecimento dos católicos.

Ao longo dos séculos, e o grande desenvolvimento das praticas anti-bíblicas da igreja de Roma fez com que um dos seus filhos, Martim Lutero rebelde-se, propondo uma reforma na igreja católica. Assim nascendo a reforma protestante. Embora, muitos protestantes tenham desenvolvido em parte, a uma crença na Bíblia como a autoridade de sua fé e prática, eles nunca completaram o esquema para se tornarem igrejas neotestamentária. Nunca houve na historia uma igreja protestante que tenha defendido a inteira doutrina puramente neotestamentária. As igrejas protestantes nunca aceitaram o princípio da separação entre a igreja e estado.

O sacramentalismo doutrina principal dos romanos continua sendo fortemente praticado pelos protestantes. A idéia da transubstanciação que afirma esta o Cristo literal nos elementos, pão e fruto da videira. Com a separação do catolicismo os protestantes substituíram transubstanciação pela consubstanciação na qual o Cristo está espiritualmente nos elementos do pão e do fruto da videira, podemos ver uma pequena modificação o ensino central continua o mesmo. Já as igrejas batistas neotestamentária praticam o ensino encontrado no Novo Testamento da forma que o senhor ensinou. Ou seja, a Ceia é um memorial entregue a igreja local e visível para lembrar a morte e ressurreição do senhor Jesus ate a sua vinda. (1 Coríntios. 11:23-26)

Os protestantes praticam a aspersão infantil, seguindo assim as sua raiz católica, buscando fundamentação nos escritos dos chamados pais da igreja deixando o claro ensino bíblico de fora da sua pratica. Os batistas por sua vez praticam o mergulho bíblico para aqueles que nascido de novo livremente se apresentam para se tornarem membros de uma igreja batista, primeiro o sangue remidor do cordeiro que tira o pecado depois a água da obediência a ordem de Cristo.

No governo da igreja os protestantes mantiveram o sistema de hierarquia herdado de sua mãe. Colocando-se radicalmente contra o ensino da autonomia da igreja local. Doutrina facilmente encontrada nas paginas do Novo Testamento. Logo os batistas independentes nunca estabeleceram um sistema de hierarquia. Os Batistas observam e praticam o modelo encontrado no Novo Testamento. Ou seja, cada igreja e livre para governa-se pela Palavra de Deus, estando livre de qualquer controle vindo de fora.

Batistas, por embaçarem suas crenças unicamente na Bíblia, nunca praticaram os falsos ensinos doa católicos e dos protestantes, sempre fizeram questão de identificá-los como doutrina falsa. Portanto pelo exposto acima fica claro tanto pelas doutrinas, bem como pela historia dos protestantes que os batistas não são protestantes. Sabemos também que muitos que são chamados indevidamente de batistas, por já terem abandonado o padrão do Novo Testamento. Querem identificar os batistas como igrejas protestantes. Mas essa tentativa de associação não passa de desinformação histórica. Logo um verdadeiro batista não aceita tal rotulo, por que sabe que tanto católicos como protestantes por séculos tem perseguido os batistas.


Autor: Pr Anízio Gomes

História da Igreja Batista Bíblica de Soledade
 
 
O primeiro culto batista realizado em Soledade ocorreu no dia 26 de julho de 1991, sob a autoridade da Igreja Batista Fundamentalista em Campina Grande, com a presença dos seus membros: Pr. Otoniel Mendes, Anízio Gomes, Gildo Cavalcante, Marivaldo Portela, entre outros, e alguns novos convertidos.O culto foi realizado em praça pública, e á noite foi realizado outro culto na residência do senhor Lino Luiz, na rua da estação nº 1.
 
Os frutos vieram, e o irmão Anízio Gomes foi designado pela Igreja para a realização de cultos quinzenais, tendo em vista que o senhor Lino abriu as portas de sua residência para este fim. Os primeiros frutos foram: Josimária da Costa, Genicleide Evangelista, Socorro Portela, Jesualdo Gurgel, Joalice, e algumas crianças, entre elas a irmã Zuila Kelly.
 
Em 1993, a Igreja Batista Fundamentalista passou por grandes problemas doutrinários e isso fez com que o irmão Anízio Gomes se separasse daquela Igreja, cumprindo assim a ordem bíblica de II Tessalonicenses 3:6, Romanos 16:17,18 e II Coríntios 6:14 a 7:1. Após o seu desligamento o irmão Anízio Gomes filiou-se, a assim chamada Primeira Igreja Batista Bíblica da Paraíba, hoje igreja batista de fato, dando assim continuidade ao trabalho.
 
Em 1995 foi comprado o terreno e em 1996 construído o Templo, localizado à Rua José Marques Cavalcante, 55 conjunto da CEHAP Soledade. Sendo organizada uma igreja sobre a autoridade da assim chamada primeira igreja Batista Bíblica da Paraíba liderada pelo Ir. Miguel S. de Carvalho.
 
Neste ano conhecemos através do Pr. Gérson Rocha a Comunhão Batista Bíblica Nacional e em maio daquele ano nos filiamos a essa entidade, que nos aceitou em seu rol de Igrejas sem nada nos perguntar.
 
Porém o estudo da Bíblia e de outro livros sobre a história da Igreja fundada pelo Senhor Jesus Cristo, BATISTA EM DOUTRINA, LOCAL E VISÍVEL EM OPERAÇÃO , e mais a confrontação dos Pastores Edílson Luiz, James Nash e José Edson, nos levaram a perceber que algo estava faltando, ou seja, tínhamos doutrina batista, nome de batista, jeito de batista, mas não estávamos ligados à raiz batista; isto porque a Primeira Igreja Batista Bíblica da Paraíba não tinha origem em uma igreja batista histórica, mas sim em um grupo de pessoas, (QUE NA SUA MAIORIA NÃO TINHA O BATISMO BATISTA É SIM O BANHO RELIGIOSO DOS PENTECOSTAIS)   hoje a primeira igreja batista bíblica de Campina Grande  é de fato um legitima igreja batista  tendo como o seu pastor o supra-conservador Miguel S. Carvalho.
 
No dia 28 de maio de 2004 recebemos em Soledade o Pr. James Nash, para tratarmos do assunto, aproveitando realizamos também uma boa conferência, mas a razão principal era a resolução do nosso problema. Para tal conversamos muitas horas, e no Sábado dia 29 de maio de 2004 tomamos a decisão de regularizar a nossa situação. Para alcançar este fim, no dia 20 de junho de 2004 nos ligamos à Igreja Batista Bíblica em Prazeres, que nos deu autoridade para iniciarmos esta congregação, no dia 27 de junho realizamos o primeiro batismo desta congregação, que no dia de hoje digo 17 julho de 2004, foi organizada em Igreja Batista Bíblica em Soledade, sobre a autoridade da Igreja Batista Bíblica de Prezeres.
 
Pr. Anízio Gomes

 

Não confundindo a palavra mergulho

 

Não temos confundido a palavra mergulho, substituído por  um ato religioso representado por uma mera aspersão,  a Bíblia  só corrobora coma a assertiva defendida pelos Batistas, que desde o precursor de Cristo, João o Batista (não católico, não protestante, não pentecostal) tem praticado o mergulho Bíblico. Sendo o próprio Cristo mergulhado pelo João o Mergulhador, bem como todos os escritores do novo testamento tinham esse mergulho Bíblico. Que nunca teve qualquer ligação com a salvação e sim com a obediência a ordem de Cristo aqueles que tendo crido deveriam ser mergulhado pela sua igreja para assim serem feitos membros da mesma.Sendo também o batismo um símbolo comparativo a morte, sepultamento e ressurreição do Senhor.  “Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte? De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.  Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição;  Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado.” Romanos 6:3-5. (ACF).

OBS.: Imaginemos Cristo sepultado com uma aspersão de terra na sua cabeça . Seria contraditório com “no seio da terra"., Alem  disso todos nos sabemos o modo como o Senhor Jesus foi Sepultado.

 

 

Quando falamos de Heresia estamos falando da pratica não somente  romanista mas também de algumas das suas filhas protestantes de darem ao batismo  valor salvador, sendo essa doutrina cardeal para identificarmos uma seita, pois todo aquele que negar a Cristo como único e todo suficiente salvador ainda não é um filho de Deus estando praticando uma religiosidade separada do verdadeiro Deus e a vida eterna Jesus Cristo.

Pr. Anízio Gomes

 

Olá vejam o blog. da Unijovem da Igreja Batista Biblica de Soledade:

http://ubbsoledade.zip.net/

A IGREJA DE CRISTO

- UM ORGANISMO VIVO -

 

A IGREJA, FUNDADA POR JESUS CRISTO (MT 16:18) NO SEU MINISTÉRIO TERRENO (+ ou – 30 DC), APRSENTA-SE COMO UM ORGANISMO VIVO, PULSANTE, QUE PERDURARÁ ATÉ OS FINS DOS TEMPOS (MT. 28:20/EF. 3:21), A QUAL É FORMADA POR PESSOAS SALVAS E BATIZADAS (AT. 2:41).

 

QUE OS SALVOS SÃO VIVIFICADOS POR JESUS CRISTO (EF. 2:1;4-5), VISTO ESTARMOS MORTOS EM OFENSAS E PECADOS, ASSIM COMO OS MEMBROS ESTÃO VIVOS, POR CRISTO JESUS E ESTÃO AGREGADOS À IGREJA PELO BATISMO, CONCLUI-SE QUE A IGREJA É UM ORGANISMO VIVO (I CO. 3:16).

 

NESTE ORGANISMO VIVO CRISTO É O CABEÇA E OS MEMBROS SALVOS, FAZEM PARTE DO CORPO QUE É CRISTO, EM SUA PLENITUDE (EF. 1:22-23/CL. 1:18/I CO 12:12-28/EF. 5:23;25;27-30/IPD. 2:4-5).

 

A IGREJA, COMO ORGANISMO, PRECISA SER NUTRIDA PARA NÃO SER ACOMETIDA POR DOENÇAS CONGENITAS – INATAS QUE NASCEM COM OS CRENTES REMIDOS (RM. 7:14-21) – E QUE TAIS ALIMENTOS SÃO FORNENIDOS PELA SANTA PALAVRA DE DEUS, A BIBLIA (JO 5:39), QUAIS SEJAM O AMOR (GL. 2:20/MT. 22:37;39), O ALIMENTO ESPIRITUAL (EF. 2:20/ITM.3:15/HB. 5:12-14/JO. 5:39/I CO 10:3-4), A SEPARAÇÃO (RM. 16:17-18/IICO. 6:14-18/ II TM. 3:2-5) E ATER-SE A SÃ DOUTRINA (II TM 4:1-7), ENTRE OUTROS ALIMENTOS. É NESTE S TERMOS QUE JESUS AFIRMA QUE SUA PALAVRA É ALIMENTO, QUE NOS NUTRE, E COMO SOMOS MEMBROS DA IGREJA, QUE É O CORPO DE CRISTO A IGREJA SE ALIMENTA E CRESCE E REPRODUZ (MT. 28:19-20).

 

A IGREJA COMO ORGANISMO VIVO PODE ADOECER, E TAL DOENÇA ASSEMELHA-SE A UM CANCER QUE ATACA O CORPO DE DENTRO PARA FORA, MATANDO-O.

 

 TAIS EXEMPLOS VIMOS NA BIBLIA, QUANDO CRENTES BATISTAS APOSTATARAM, DANO INICIO À IGREJAS QUE CONHECEMOS COMO A ROMANA, A PROTESTANTE, PENTECOSTAIS E NEO-PENTECOSTAIS, CHEGANDO A MATAR MUITAS IGREJAS. QUE UMA VERDADEIRA IGREJA NÃO PODE SER DISTRUIDA POR FORÇAS EXTERNAS (MT. 16:18) PORÉM OS SEUS MEMBROS PODERÃO ADOECE-LA (I CO. 3:17/I CO 5:1-5/GL. 1:7-9/ TG. 3:1-12/TG. 4).

 

QUE O CANCER É UMA DOENÇA QUE É COMBATIDA PRINCIPALMENTE POR PREVENÇÃO, DEVENDO OS MEMBROS SALVOS ESTAREM VIGILANTES (I TSS. 5:12-23/ ITM. 4: 12-16), PARA PREVENIREM A IGREJA DE UMA DOENÇA FATAL, RESSALTANDO QUE O TRATAMENTO DE UM CANCER É DOLORIDO E SOFRIVEL.

 

QUE O CANCER QUANDO JÁ INSTALADO NA IGREJA ESTE DEVE SER ARRANCADO DO CORPO (ELEIMINADO), CONFORME PRESCRITO EM I CO. 5 E MT. 18:15-18.

 

LEMBREMOS QUE SATANÁS ATUALMENTE ATENTA CONTRA A IGREJA DE CRISTO, COMO É SABEDOR QUE NÃO CONSEGUE ATINGILA DE FORA PARA DENTRO, ATINGE O MEMBRO CRENTE (EF. 6: 12;16), SABEDOR QUE SÓ ASSIM PODERÁ ATINGIR O CORPO DE CRISTO QUE É SUA IGREJA BATISTA, LOCAL, VISIVEL, INDEPENDENTE E SEPARADA.  

 

Soledade, 18 de maio de 2008,

Por José Beckenbaner, membro da Igreja Batista Bíblica Fundamentalista de Soledade/PB. 

   

O “Fruto do Espírito Santo” é diferente dos “Dons ou Sinais Extraordinários”

Ou Como os Dons Extraordinários são Inferiores a Fruto do Espírito Santo

Os dons extraordinários de Deus e o fruto do Espírito Santo são similares no aspecto que qualquer dom extraordinário e qualquer fruto parecem que têm uma fonte somente: Deus. Porém, as diferenças entre os dons extraordinários e o fruto do Espírito Santo são vastas e importantes. É edificante conhecer quais são as diferenças. As suas diferenças são evidentes quando consideradas a manifestação, a duração, o proveito, o recebimento e o propósito dos dons extraordinários em relação ao fruto do Espírito.

A Sua Manifestação

Os dons extraordinários podem ser manifestos e imitados até por incrédulos mas o fruto do Espírito Santo é manifesto somente por quem tem Cristo verdadeiramente. Os dons são inferiores ao fruto.

Judas, aquele que traiu Jesus, era um dos doze discípulos. Ele recebeu, igualmente aos outros, “poder sobre os espíritos imundos, para os expulsarem, e para curarem toda a enfermidade e todo o mal” (Mat. 10:1). Não há nenhuma indicação bíblica que Judas não usou a autoridade ou não operou os dons que ele recebeu (Luc. 9:6). Porém ele foi determinado “um diabo” (João 6:70), um “ladrão” (João 12:6) e “filho de perdição” (João 17:12). Judas foi manipulado por Satanás a entregar o Santo e Inocente Jesus (João 13:2). Cristo não guardou Judas até o fim (João 17:12; 13:18; I João 2:19; Atos 1:25). Por Judas ser “um diabo” podemos concluir que os dons extraordinários podem ser manifestos por incrédulos.

Ao Balaão foi revelado a palavra do Senhor pessoalmente (Núm. 22:10-12). O Espírito Santo veio sobre ele capacitando-o a falar uma profecia verídica (Núm. 24:2-9; veja também o caso de Caifás, João 11:47-53), uma evidência de dom extraordinário. Porém, Balaão era um adivinho (Josué 13:22; Núm. 24:1), que era comprado para fazer a vontade dos ímpios em amaldiçoar a Israel (Deut 23:4; II Pedro 2:15; Judas 1:11) e ensinou o povo de Deus a cometer fornicação (Apoc 2:14). Mesmo este conhecendo o Espírito Santo, e tendo os seus olhos abertos (Núm. 24:3), Deus não o ouviu (Deut 23:5,6) e morreu pelo espada do povo de Deus (Núm. 31:8; Josué 13:22). Por Balaão ser um adivinho declarado e alguém que era um exemplo de tropeços e abominações (Apoc 2:14), de engano (Judas 1:11) e de erro (II Pedro 2:15) mas um que recebeu a Palavra do Senhor pelo Espírito Santo, podemos concluir que os dons extraordinários podem ser manifestos por incrédulos.

Falsos cristos e falsos profetas podem imitar os dons extraordinários de sinais e prodígios (Mat. 24:24) e os dons de profetizar, fazer curas e falar ousadamente ao ponto de convencer uma multidão (Apoc 13:1-8; 19:20). Mas, apesar da grandeza dos convincentes sinais e prodígios que estes farão, ainda são falsos cristos e falsos profetas. Mesmo que Deus permitirá tais obras, não é prova que são do Espírito Santo. Pela evidência destes muitos a manifestarem obras similares aos dons extraordinários podemos concluir que nem todo sinal e prodígio é de Deus e nem todos que os fazem são Cristãos.

Janes e Jambres resistiram o homem de Deus, eram homens encantadores e sábios dos meios mundanas. Eles eram homens corruptos de entendimento e réprobos quanto a fé (II Tim 3:8). Mesmo assim eles imitaram alguns sinais e alguns dos dons especiais dados por Deus ao Moisés para provar que a sua missão era de Deus (Êx. 7:10-22; 8:5-7). Por homens corruptos conseguirem a operar sinais e dons especiais podemos concluir que nem todo sinal ou prodígio é do Espírito Santo. Nem podemos afirmar que somente são os verdadeiros que podem faze-los.

Expulsar demônios em nome de Cristo, profetizar em nome de Cristo e fazer muitas maravilhas no nome de Cristo são evidências dos dons extraordinários dados aos discípulos (Mat. 10:1,8; Atos 4:30). Porém, esses dons extraordinários podem ser operados também por aqueles que não são de Deus (Mat. 7:22,23; Luc. 13:26,27). Nem todos que fazem maravilhas irão ao céu. Existem os que praticam os dons extraordinários que fazem iniquidade. Por existir a possibilidade de ímpios expulsarem demônios e fazer outras maravilhas, podemos concluir que os dons extraordinários do Espírito Santo podem ser manifestos pelos incrédulos.

Porém, o fruto do Espírito Santo é diferente dos dons do Espírito Santo. O fruto é somente do Espírito Santo e nunca é imitado ou vem de qualquer outra fonte. O fruto verdadeiro do Espírito Santo é exclusivamente para os que são chamados eficazmente por Deus ao arrependimento e à fé em Cristo (Atos 2:38,39). São estes que tenham uma nova natureza pela regeneração (Tito 3:5-7). Somente os que tem o interior mudado pela regeneração podem ter o fruto da nova natureza santa que é do Espírito Santo.

Pelo fruto do Espírito Santo ser somente de Deus, Jesus ensinou que conhecemos uma árvore pelos “frutos” (Mat. 7:20). Tiago ensinou a mesma verdade dizendo que de um mesmo manancial não vem água doce e amargosa (Tiago 3:11). A figueira não produz azeitonas, nem a videira figos (Tiago 3:12; Mat. 7:16). Os dons extraordinários podem ser exteriorizados até por incrédulos, mas o fruto vem somente do Espírito Santo que o produz no coração do Seu povo.

Temos a instrução de provar a todo o espírito (I João 4:1). A prova não é pelos prodígios que podem ser manifestos, pelas profecias que podem ser declaradas, pela companhia que alguém pode ter ou pelas curas que podem ser efetuadas. A prova é pelo fruto. O fruto correto é uma vida dirigida pela doutrina bíblica (I João 4:2,3). Tendo uma vida conforme a sã doutrina, em espírito e em verdade, é prova suficiente que alguém é de Deus. A vida obediente à doutrina será uma vida em conformidade ao obediente Jesus. Essa é uma prova divina que alguém é de Deus (Romanos 8:29). Verdadeiramente, pelos “frutos”, e não pelos dons extraordinários, os verdadeiros são conhecidos (Mat. 7:20).

Pela possibilidade dos dons extraordinários serem manifestos até pelos incrédulos, e pela singularidade do fruto do Espírito Santo ser somente com os em Cristo podemos destacar uma grande diferença dos dons extraordinários do fruto do Espírito Santo. Podemos concluir também que o fruto do Espírito Santo é “mais excelente” dos dons extraordinários (I Cor. 12:31-13:13).

Autor: Pr Calvin Gardner
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

O “Fruto do Espírito Santo” é diferente dos “Dons ou Sinais Extraordinários”

Ou Como os Dons Extraordinários são Inferiores a Fruto do Espírito Santo


A Sua Duração

É edificante examinar a diferença da duração dos dons extraordinários com a duração do fruto do Espírito. O que é eterno é maior e melhor do que é temporário. Por ser melhor o eterno somos exortados a ajuntar nossos tesouros no céu (Mat. 6:19,20).

Com o único propósito de superar as necessidades das igrejas apostólicas foram dados os dons extraordinários de sinais (línguas, milagres, curas, etc.) e de profecia (revelação direita aparte da Bíblia). Por causa de uma necessidade temporária entendemos que eram para o tempo apostólico somente (Crisp, p. 100, 101).

Jesus prometeu que o Espírito Santo séria enviado após Ele em nome do Pai para ensinar aos apóstolos “todas as coisas” (revelação completa) e fará que os apóstolos lembrassem “de tudo” quanto Jesus os tinha dito (inspiração) – João 14:26; 15:15. No dia que os apóstolos receberam “todas as coisas” e foram lembrados de “tudo” pelo Espírito Santo, tanto a revelação quanto o tempo necessária desses dons extraordinários de profecia, dos sonhos e das visões se completaria (I Cor. 13:10). A duração dos dons extraordinários de profecia era até completara o seu propósito.

Os dons extraordinários de sinais (línguas, milagres, curas, etc.) foram úteis para confirmar o ofício de apóstolo (II Cor. 12:12), que a sua mensagem era de Deus (Mar 16:17, 18,20, “confirmando a palavra com os sinais que se seguiram”; Hebreus 2:3,4), e para ajudar aos apóstolos a pregarem o Evangelho (Romanos 15:18,19). Com a revelação sendo completa, a necessidade dos dons extraordinários de sinais foi aniquilada (I Cor. 13:10). Tendo a revelação completa sabemos quem é de Deus e qual a mensagem de Deus (Atos 17:11; II Tim 3:16,17; Hebreus 4:12; I João 4:1-3). Não precisamos os dons extraordinários de sinais hoje para confirmar a mensagem. O Espírito Santo ainda ajuda-nos hoje a pregar, mas, essa ajuda não é pelos dons extraordinários. O ministério do Espírito Santo hoje é pela Sua graça e pela Sua operação de despertamento, de convencimento, de iluminação e de regeneração pela Palavra de Deus no coração dos que serão salvos. Portanto, o tempo útil dos dons e sinais foi relativamente curto.

O fruto do Espírito Santo, que é o dom geral do Espírito Santo, porém, é para todo Cristão continuamente (Romanos 8:9,14; I Pedro 4:10). O fruto do Espírito Santo em geral continua enquanto tiver o Espírito Santo. Manifestações do fruto que são somente necessários para nós na terra (fé, esperança, temperança) cedem a sua importância às manifestações do Espírito Santo que são eternas (amor, gozo, paz). A duração do fruto do Espírito Santo, em geral, é eterna.

A duração dos dons extraordinários sendo curta e a do fruto do Espírito Santo sendo eterna revela uma diferença entre eles. Os dons extraordinários são inferiores ao fruto do Espírito quando considerado o tempo útil de cada um. Entendendo a duração dos dois podemos entender que o amor é “mais excelente” que os “melhores dons” (I Cor. 12:31- I Cor. 13:13).

O Seu Proveito

Comparando o proveito espiritual entre o fruto do Espírito e os dons extraordinários pode ser bom para o servo do Senhor. O Cristão sincero deve querer seguir o que mais conforma ele na imagem do seu Salvador.

É verdade que os dons extraordinários podem ser usados como meio de glorificação pessoal e podem ser mal entendidos pelo povo. Na igreja em Corinto houve problemas entre os irmãos justamente por causa dos dons extraordinários. Pelos dons chamar atenção muitos por ciúmes quisera-os. O apóstolo Paulo precisava ensinar que os dons extraordinários eram dados particularmente pelo Espírito Santo e que não eram procurados por todos que tinha-os (I Cor. 12:4-10, 12-31). Pelas descensões, contendas, ciúmes e partidarismo entre os cristãos em Corinto, podemos entender melhor que os dons extraordinários poderiam ser usados como meio de glorificação pessoal (I Cor. 3:3-5). Os dons extraordinários poderiam ser mal-entendidos também. Simão, o mágico, viu os dons extraordinários e entendia erradamente que poderiam ser comprados pelo dinheiro (Atos 8:18,19). Em Lystra, os dons extraordinários foram confundidos com as obras dos Deusas falsos (atos 14:11-13). É verdade que esses últimos dois exemplos mostram que os dons extraordinários foram mal interpretados pelos não crentes. Todavia se relembrando que os dons extraordinários foram usados como meio de glorificação pessoal pelos crentes, se pode entender que até os cristãos mal entendiam o uso dos dons extraordinários.

O fruto do Espírito Santo, em contrapartida, previne-se de abusos de fins egoísticos. O apóstolo Paulo descreveu aos Coríntios como o amor é mais excelente do que os melhores dons (I Cor. 12:31). O amor é mais excelente do que os melhores dons pela qualidade de que ele “não se ensoberbece” (I Cor. 13:4), “não busca os seus interesses” (I Cor. 13:5), “e tudo sofre” (I Cor. 13:6). O apóstolo Paulo também ensinou Timóteo que aquilo que vem da carne “para pouco aproveita”, mas, a piedade, que é particularmente a obra do Espírito, “para tudo é proveitosa” (I Tim 4:8). “A ciência incha, mas o amor edifica” (I Cor. 8:1).

Examinando o mal uso e o mau entendimento que os dons extraordinários podem causar, e examinando o proveito da obra do Espírito pelo Seu fruto podemos concluir que o fruto do Espírito Santo é superior aos dons extraordinários.

O Seu Recebimento

Séria edificante para determinar quem recebeu os dons extraordinários com quem recebeu o fruto do Espírito Santo. Com uma comparação pode-se determinar as diferenças vastas e importantes entre eles. Sabendo quem recebeu os dons extraordinários e o fruto do Espírito Santo podemos ser edificados a procurar o melhor.

Os dons extraordinários eram distribuídos aos discípulos somente (Mat. 10:1,7,8; Mar 3:15; Luc. 10:9). Os sinais extraordinários eram para seguir “aos que crerem” (os discípulos - Mar 16:17,18). Os sinais não eram para seguir os que crêem ou crerão mas aos com quem Cristo estava dando ordens particularmente, ou seja, os discípulos. Séria muito edificante estudar pelo Novo Testamento e examinar cada caso dos dons extraordinários e dos sinais extraordinários sendo feitos. Tal estudo revelará que os dons e sinais extraordinários foram praticados ou nas suas presenças, ou pelos próprios discípulos, os apóstolos, Cristo, os anjos e pelos testemunhas (Apoc 11:3) ou pelos servos especiais (Zacarias, Luc. 1:67; sacerdote, João 11:51; Agabus, Atos 21:10,11). É singular notar que não foram praticados em todos os cultos normais de todas as igrejas verdadeiras existentes por todos os Cristãos em geral. Foram praticados em ocasiões especificas por pessoas determinadas por tempo limitado.

O fruto do Espírito Santo, em comparação, é para todos que estão em Cristo (Romanos 8:9,14; Gal 4:6; 5:24; I João 3:24). A regeneração é efeito do Espírito Santo (João 3:5; Tito 3:5,6). Os que não tem o Espírito, não são de Cristo (Romanos 8:9; Judas 1:19-21). Aos membros da igreja em Corinto foi dito, “vós sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós” (I Cor. 3:16; 6:19). A mesma foi entendida por João quando ele escreveu, “Maior é o que está em vós do que o que está no mundo.” (I João 4:4). São os Cristãos em geral que foram selados com o Espírito Santo da promessa (Efés. 1:13, 14) e em Quem eles são juntamente edificados para morada de Deus (Efés. 2:22). Todos os cristãos têm o Espírito Santo; são selados por Ele e, por Ele, transformados na imagem de Cristo.

Enquanto o fruto do Espírito Santo nunca falha (I Cor. 13:8) e o temor e a obediência estão com toda a alma regenerada (Atos 2:41-43), os sinais e as obras extraordinários eram sinais de apostolado (II Cor. 12:12) e eram feitos somente por estes (Atos 2:43) ou na presença deles. Pelo fruto do Espírito Santo ser para todos os regenerados para todo o tempo, ele é superior daquele que é somente para alguns por um tempo limitado.

Aviso: Não busque os dons extraordinários, mas busque Cristo. Por Cristo vem a salvação (João 14:6), a nova natureza (II Cor. 5:16), e a eterna aceitação com Deus (Efés. 1:6:2:14). Os dons eram somente dados para alguns para destacar a pessoa de Cristo e a mensagem de Cristo. Todavia pelo fruto do Espírito Santo somos salvos (Efés. 2:8,9). Crede na pessoa de Cristo e na Sua mensagem! Não seja desviado do essencial, o Cristo, pelos meios empregados por Deus para falar de Cristo em uma época específica somente por alguns em particular. Tem Cristo? Eis a importância. Por Ele é manifesta a obra do Espírito Santo na sua vida.

O Seu Propósito

Seria edificante para o aluno da Palavra de Deus comparar o propósito dos dons e o propósito do fruto do Espírito Santo. Tanto os dons quanto o fruto são de Deus mas vieram com propósitos não iguais.

O propósito dos dons extraordinários era de confirmar. O propósito dos dons extraordinários confirmava que a palavra pregada por Cristo, os discípulos e os apóstolos era verdadeiramente a Palavra de Deus e não uma invenção particular. Confirmavam a autoridade deles também. As obras extraordinárias confirmaram a Palavra de Deus pregada. A doutrina ensinada por Cristo era admirada por ser “com autoridade” (Luc. 4:31,32). Quando Cristo repreendeu um demônio imundo não foi a obra que foi glorificada mas a “palavra” de Cristo (Luc. 4:33-36). A Palavra foi confirmada com as obras extraordinárias que A acompanhou. Na cura de um lepra por Jesus, a obra extraordinária propagava a fama de Cristo (Luc. 5:12-15). A fama de Cristo aumentou por causa da obra que confirmou o Seu poder divino. A obra extraordinária confirmou que Cristo tinha o poder de Deus. Na cura de um paralítico por Jesus, a obra extraordinária confirmou a divindade de Cristo (Luc. 5:17-26). Pela obra extraordinária o povo “ficaram maravilhados, e glorificaram a Deus; e ficaram cheios de temor”. A obra extraordinária confirmou que Cristo era o próprio Deus (Luc. 5:21-24). Na cura no sábado de um homem com uma mão mirrada, a obra extraordinária confirmou a autoridade de Cristo (Luc. 6:6-11; v 5, “O Filho do homem é Senhor até do sábado”; João 5:36, “as mesmas obras que eu faço, testificam de mim, que o Pai me enviou”). Pelos dons extraordinários, a palavra foi confirmada, o poder de Cristo testemunhado, a divindade de Cristo exaltada e a autoridade de Cristo manifesta. O que foi destacado não foi os dons extraordinários, mas a pessoa de Cristo e as Suas qualidades.

O propósito dos dons extraordinários era para ser útil (I Cor. 12:7, “a manifestação do Espírito é dada a cada uma, para o que for o útil”). A utilidade dos dons extraordinários é vista pois confirmava a palavra ou o mensageiro vindo de Deus. Os dons extraordinários poderiam ser edificantes (I Cor. 14:3-5,12,26, “faça-se tudo para edificação”). A edificação provida pelos dons extraordinários é quando entendemos que a verdade confirmada foi aceita como de Deus. Os dons extraordinários em si não era nem úteis nem edificantes, mas foram proveitosos pois confirmava a palavra e o mensageiro de Deus.

O propósito do fruto do Espírito não é para confirmar uma obra qualquer, uma pessoa em particular ou a autoridade de Cristo. O propósito do fruto do Espírito é provar a verdadeira espiritualidade. Esse é um propósito “mais excelente” do que o dos dons (I Cor. 12:31). Se tivessem línguas, profecias ou um sacrifício pessoal sem o fruto do Espírito Santo, tudo seria sem proveito (I Cor. 13:1-3). Pelo fruto do Espírito Santo a verdadeira espiritualidade é conhecida ao ponto que, pelo amor, o fruto do Espírito, “todos conhecerão que sois meus discípulos” (João 13:35). Pelo fruto do Espírito, e não pelos dons extraordinários, a religião pura e imaculada é testemunhada (Tiago 1:27). Pelo fruto do Espírito a boca da ignorância dos homens insensatos é tapada (I Pedro 2:15). Pela união com o Pai, o Filho e os discípulos “o mundo creia que Tu Me enviaste”, e não pelos dons extraordinários (João 17:21). O propósito do fruto do Espírito, pela obediência, é ter o amor de Deus verdadeiramente aperfeiçoado (I João 2:5-10; 3:10). O Tito nos ensina que os que crêem em Deus procuram aplicar-se, não as obras extraordinárias, mas, às boas obras porque estas coisas são boas e proveitosas aos homens (Tito 3:8; Efés. 2:10). A vida casta, em temor a Deus, prega alta é ganha os incrédulos que a consideram (I Pedro 3:2-6).

Estudando o propósito dos dons extraordinários e o propósito do fruto do Espírito Santo podemos concluir que o propósito do fruto é melhor. Mesmo que os dons extraordinários têm propósitos divinos e podem originar de Deus, eles são superados por aquilo mais excelente: o fruto do Espírito Santo. Se os dons não foram operados com amor, nada aproveitariam e seriam inúteis. Porém, o amor nunca falha (I Cor. 13:8) e a piedade é proveitosa para todos as coisas (I Tim 4:8) tanto para agora quanto para a eternidade. vPortanto, para nossa edificação, e pela edificação da igreja, procuraremos o “mais excelente”. O fruto do Espírito é manifesto somente pelo salvos verdadeiramente (Mat. 7:20; Romanos 8:9) enquanto os dons extraordinários podem ser manifestos pelos incrédulos. A duração do fruto é eterno (I Cor. 13:13), mas os dons extraordinários são para um tempo específico somente: a época dos apóstolos. O proveito dos dons pode ser para auto-glorificação (I Cor. 12:1-31; 3:3-5), mas o do fruto previne desses exageros (I Cor. 13:4-7). O recebimento dos dons era para pessoas em particular e não todos os cristãos, mas o fruto é para todos em Cristo (Gal. 4:6). A verdadeira espiritualidade não é pelos dons, mesmo que estes podem apontar ao Cristo, mas é pelo fruto do Espírito Santo em amor.

Procure ser controlado pelo Espírito Santo em tudo e procure a capacidade que vem de Deus para fazer a obediência amorosa devida. Assim não faltará nada na sua vida espiritual e Cristo será testificado e glorificado pela sua vida. Tem coisa melhor do que isso?

 

Autor: Pr Calvin Gardner
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

Batistas Não São Protestantes

Pr. Anizio Gomes

Batistas não são protestantes. O nome protestante  foi dado as igrejas que saíram do catolicismo romano durante a reforma política religiosa liderada por Martinho Lutero durante o século XVI. Sendo inicialmente aplicado aos luteranos na Alemanha, os presbiterianos, na Suíça, e Anglicanos ou Igreja da Inglaterra. Mais tarde, como Congregacional, metodistas e Episcopal foram acrescentados à lista das denominações protestantes. Embora muitas pessoas coloquem os batistas como protestantes, no entanto não é historicamente correto afirmar serem os batistas protestantes. Sendo importante destacarmos que historicamente os  batistas nunca foram participantes da igreja católica romana. Bem como nunca estiveram alinhados com  a Reforma Protestante. Os batistas não podem ser chamados corretamente de protestantes,isso porque eles nunca foram romanos para terem protestado contra Roma e posteriormente   saído de Roma.

Não negamos que muitas pessoas que tornaram-se  batistas saíram as fileiras dos apóstata e insalubre doutrinas  protestante. Saíram destes devido a sua forte convicção de que a Palavra de Deus não deve ser comprometida. Tornaram-se batistas pro causa da sua fé neotestamentaria. Lembramos que o nome batista esta ligado as praticas  doutrinarias do NovoTestamento. Praticam  imersão como modo correto de batismo. Já os protestantes continuam seguindo os ensinos de sua mãe a igreja católica romana, praticando o batismo por aspersão e fazendo passar por sua experiência de iniciação religiosa pessoas não convertidas. Essa é uma diferença profunda entre batistas e protestantes, porem muitos outros assuntos relacionado com o seu culto que tem feito com que as igrejas fieis mantenha-se separadas das igrejas protestantes por serem infiéis as sagradas escrituras.

As igrejas protestantes na seqüência dos ensinamentos da Igreja Católica Romana pratica batismo infantil, aspersão, em vez de imersão e eles batizaram as pessoas em sua igreja que não tinha feito pública profissão de fé em Jesus Cristo. Embora estes problemas tenham sido o foco principal havia muitos outros assuntos que também foram relevantes no processo que manteve as igrejas batistas  separadas das igrejas fieis, que tinham doutrinas e praticas aléias ao Novo Testamento.

Os protestantes por séculos viram os batistas como os seus inimigos tendo promovido muitas perseguições  e  assassinado milhares deles em nome do protestantismo. É sem dúvida uma afronta a qualquer pessoa que esteja  historicamente bem informado o fato de  um batista identificar-se como tendo uma origem protestante, a origem dos batista encontra-se no novo testamento e não em um grupo que tem os odiado e os perseguido ao longo de sua história.

Sempre existiram congregações, a partir do tempo de Cristo,  que não foram participantes da igreja romana. De fato, a igreja católica romana não tem como traçar a sua história ao uma data anterior  a 313 dc, quando o imperador romano Constantino adotou o cristianismo apostata  religião  oficial do império Romano. Em 400 dc,  o império romano  decretou que o cristianismo era a única religião do Império Romano. Destacamos que as igrejas que se associaram ao Império Romano já não eram mais igrejas do novo testamento e sim igreja que tinham apostatado das doutrinas e praticas neotestamentaria. Motivados por esse fato histórico a grande massa de incrédulas engrazaram na religião oficial trazendo para dentro dela todos os seus costumes. Neste época sacerdotes  idolatras foram feitos ministros “cristãos”. Esse fato e um dos motivos para que a igreja católica romana tenha muitas praticas idolatras. 

No entanto, no meio de toda essa  apostasia, encontrava-se verdadeiras igrejas neotestamentaria que não tomaram parte na  "cristianização" promovida pelo Império Romano. Estas igrejas neotestamentaria rejeitaram heroicamente todas as tentativas de associação com a igrejas apostatas ligadas ao estado romano logo podemos afirmar com convicção que os batistas   estão presentes na historia antes do aparecimento dos católicos.

Ao longo dos séculos, e o  grande desenvolvimento das praticas anti-bíblicas da igreja de Roma fez com que um dos seus filhos,  Martim Lutero rebelde-se, propondo uma reforma na igreja católica. Assim nascendo a reforma protestante. Embora, muitos protestantes tenham  desenvolvido em parte, a uma crença na  Bíblia como a autoridade de sua fé e prática, eles nunca completaram o esquema para se tornarem igrejas neotestamentaria. Nunca houve  na historia uma igreja protestante que tenha defendido a inteira  doutrina puramente neotestamentaria. As igrejas protestantes nunca aceitaram o princípio da separação entre a igreja e estado. 

O sacramentalismo doutrina principal dos romanos continua sendo fortemente praticado pelos protestantes. A idéia da transubstanciação que afirma esta o Cristo literal nos elementos,  pão e fruto da videira. Coma separação do catolicismo os protestantes substituíram  transubstanciação pela consubstanciação na qual o Cristo esta espiritualmente nos elementos pão e fruto da videira, podemos ver uma pequena modificação o  ensino central continua o mesmo. Já as igrejas batistas neotestamentaria praticam o ensino encontrado no  Novo Testamento da forma que o senhor ensinou. Ou seja a Ceia é um memorial entregue a igreja local e visível para lembrar a morte e ressurreição do senhor Jesus ate a sua vinda. (1 Coríntios. 11:23-26)

Os protestantes praticam a aspersão infantil, seguindo assim as sua raiz católica, buscando fundamentação nos escritos dos chamados pais da igreja deixando o claro ensino bíblico de fora da sua pratica. Os batistas por sua vez praticam o mergulho bíblico para aqueles que nascido de novo livremente se apresentam para se tornarem membros de uma igreja batista, primeiro o sangue remidor do cordeiro que tira o pecado depois a água da obediência a ordem de Cristo.

No governo da igreja os protestantes mantiveram o sistema de hierarquia herdado de sua mãe. Colocando-se radicalmente contra o ensino da autonomia da igreja local. Doutrina facilmente encontrada nas paginas do Novo Testamento. Logo os batistas independentes nunca estabeleceram uma sistema de hierarquia. Batista observam e praticam o modelo encontrado no  Novo Testamento. Ou seja cada igreja e livre para governa-se pela  Palavra de Deus, estando livre de qualquer controle vindo de fora.

Batistas, por embaçarem suas  crenças unicamente na Bíblia,  nunca praticaram os falsos ensinos doa católicos e dos protestantes, sempre fizeram questão de identifica-los como doutrina falsa.   Portanto pelo exposto acima fica claro tanto pelas doutrinas, bem como pela historia  dos protestantes que os batistas não são protestantes. Sabemos também que muitos que são chamados indevidamente de batistas, por já terem abandonado o padrão do Novo Testamento. Querem identificar os batistas como igrejas protestantes. Mas essa tentativa de associação não passa de desinformação histórica. Logo um verdadeiro batista não aceita tal rotulo, por que sabe que tanto católicos como protestantes por séculos tem perseguido  os  batista.

 

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O QUE É UMA IGREJA BATISTA INDEPENDENTE?

Pr. Anizio Gomes

O nome batista independente e fundamentalista tem sido utilizado historicamente por igrejas que seguem rigorosamente o padrão e o exemplo da igreja dos primogênitos, conforme encontrada no Novo Testamento. Hoje, o nome batista é usado por muitas igrejas que não estão seguindo o ensinamento padrão do Novo Testamento.

Assim, a expressão "Independente" e "Fundamentalista" que foram adicionadas por muitas igrejas batista para continuar a identificar-se com o verdadeiro ensino Bíblico. Querendo assim mostrar uma distinção entre elas e aquelas igrejas que são chamadas de batistas, mas que deixaram a Palavra de Deus. A maioria das igrejas batistas no passado foram fundadas sobre o bom ensinamento doutrinário do Novo Testamento, no entanto, muitos deles em diferentes graus deixaram o precioso ensino neotestamentario. Algumas destas igrejas têm ido tão longe na apostasia que negam a os ensinos fundamentais da Bíblia, tais como a divindade de Cristo, o nascimento virginal e da salvação pela graça de Deus, por meio da fé. Outros têm um menor grau de comprometimento com erro doutrinário. Há também igrejas que são orientadas palas tendências contemporâneas ou seja a tendência religiosa popular. Essas igrejas mundanas ainda persistem em serem chamadas "batistas", mas na verdade eles não estão identificadas com o ensino e pratica dos batistas históricos que sempre foram arraigados na palavra de Deus.

 As verdadeiras igrejas batistas independentes e fundamentalistas não têm qualquer associação ou parceria com as igrejas que falsamente são chamadas de batistas, pelo fato de tais igrejas terem doutrinas e praticas contrárias ao Novo Testamento.

O nome batista independente fundamentalista é de origem recente e entrou em vigor porque muitas igrejas batistas tendo rejeitado a Palavra de Deus passando a ensinar e praticarem falsas doutrinas. Portanto, batistas que amam e praticam a verdade da Palavra de Deus que se recusando a abandonar o ensino do Novo Testamento, consideram necessário, para distinguir-se das igrejas de doutrinas erradas, deixando evidente, que não são todos os de nome batista que realmente praticam a fé batista. As verdadeiras igrejas batistas têm adicionados os adjetivos Independente e fundamentalista aos seus nomes. Esta alteração do nome tem como objetivos identificam-las como separadas e distintas de grupos podres doutrinariamente.

 A palavra "Independente"agregada ao nome batista,  tem como significado primário que  a Igreja não é  membro de qualquer confederação, convenção ou esteja associada qualquer sistema de hierarquia fora da congregação local. Uma igreja batista independente rege-se completamente pelas escrituras sendo autônoma em seus negócios, não  considerando  qualquer organização externo. Uma igreja batista independente não participara  de um programa nacional ou internacional denominação que exercer autoridade sobre a igreja local. Assim, o nome de "independentes", é próprio para  igrejas que estejam dentro do  padrão do Novo Testamento. Igrejas que tendo a Cristo como cabeça, seguindo a autoridade somente das escrituras sagradas. Portanto as Igrejas batistas independentes são assembléias autônomas que não tenham organização hierárquica exercendo autoridades  sobre se. Livre de interferências externas, tais igrejas tratam dos seus próprios negócios, sob a autoridade direta das Escrituras.

 A organização de um igreja  batista neotestamentario é simples. Cristo é a cabeça da igreja, (Ef. 5:23) sendo o seu Sumo Pastor (1 Pedro 5:4). O pastor local é o seu bispo, supervisor ou líder da congregação. (Heb. 13:17, Atos 20:28, Ef. 4:11).

 A igreja batista independente tem uma forma de governo congregacional onde cada membro igualmente tem o direito de votar, assim participando de todos os assuntos relativos ao governo   da Igreja.  Tanto o líder (pastor) como os liderados (membros) de uma igreja neotestamentaria têm como obrigação tratarem dos negócios da igreja e de suas vidas, segundo o que preceitua o  Novo Testamento.

 As igrejas batistas independentes e fundamentalistas  têm comunhão uma com os outros e, muitas vezes, cooperar em empreendimentos como evangelismo e missões. No entanto, a praticam a  separação bíblica  só colaborando em reuniões conjuntas com as igrejas da mesma fé e pratica. Eles não terão comunhão, como igrejas fora do patrão neotestamentario, com igrejas que não estejam fielmente dentro do padrão  Novo Testamento. Eles não participaram  em reuniões conjuntas, ou empreendimentos evangelistica, com protestantes, católicos,  igrejas batistas de doutrinas erradas ou  outros grupos que não possuem o ensino fundamental do Novo Testamento.

As igrejas batistas independentes e fundamentalistas permaneceram separadas das igrejas de doutrinas erradas, bem como de outras que se juntem em grupos chamados de batistas não estando dentro do padrão regulador as escrituras sagradas.

 Elas praticam os ensinamentos bíblicos de separação como nos preceitua  Efésios 5:11,  “E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as." As igrejas batistas independente estão convictas que ao se associaram  com as igrejas que ensinam falsa doutrina e prática estão tolerando e aprovando o erro. As verdadeiras igrejas, do  Novo Testamento estão  firmemente convencidas de que todas as doutrinas erradas são ataques violento centra a fé neotestamentaria.

 O Governo da Igreja Batista Independente

Muitas igrejas batistas independentes tem utilizado  pastores e diáconos como oficiais da igreja local. (1 Tim. 3:1-16) No entanto, algumas igrejas batistas independentes não aceitam a palavra "oficial" como a expressão bíblica adequada para ser aplicada aos diáconos.

 As igrejas batistas independentes fundamentalistas são autoridades para elegerem, chamarem ou ordenarem os seus pastores estando desvinculadas dos métodos romanos utilizados por protestantes e batistas associados. Ou seja um pastor batista independente e pastor da igreja local e não um pastor de uma denominação religiosa. Também não encontramos nas escrituras as qualificações dadas aos diáconos na atualidade. Esses poderão ser nomeados a partir de congregação local e aprovado pela maioria de votos (1 Tim. 3:8-13). Muitas igrejas batistas independentes por causa de um dispositivo legal tem nomeada uma diretoria para tratar da parte documental da igreja. No entanto  Biblicamente nem diáconos nem diretores são oficiais da igreja, são nomeados a critério da igreja. Em uma igreja batista independente o pastor titular  da igreja é o "superintendentes" ou seja e o líder da congregação. (Ver Atos 20:28, Hebreus 13:7).

 

 A palavra "fundamentalista" tem sido agregado as igreja batista neotestamentaria sendo utilizado como identificação doutrinaria. Ou seja quando utilizamos o palavra fundamentalista estamos dizendo que temos um fundamento bíblico no qual estamos arraigados e não abriremos mão deste fundamento. Assim estamos dizendo que a nossa posição tem como base a palavra de Deus. Batista fundamentalista é  o nome usado na sua acepção mais estrita no sentido de manter solidamente os fundamentos do Novo Testamento ensinamentos sem erro. As igrejas batistas bíblicas independentes e fundamentalistas defendem os puros ensinamentos da igreja dos primogênitos como revelado no Novo Testamento.

 

 

 

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